Adriane Galisteu no lançamento do Outubro Rosa - Fotos Divulgação
Adriane Galisteu no lançamento do Outubro RosaFotos Divulgação
Por O Dia

Rio - Na quinta-feira passada, Adriane Galisteu apresentou o lançamento do Outubro Rosa, num evento organizado pela Fundação Laço Rosa no Hotel Fasano, no Rio. Além de atuante na campanha de prevenção ao câncer de mama, a atriz e apresentadora apoia o projeto 'Sim para Quimio Oral', idealizado pelo Instituto Vencer o Câncer. A iniciativa vai beneficiar mais de 50 mil pacientes oncológicos usuários de plano de saúde e já foi aprovada no Senado por meio do projeto de lei 6330, que trata do tema.

O próximo passo é a votação do projeto na Câmara dos Deputados e, se passar, ser encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro para ser sancionado e virar lei. Só assim os quimioterápicos orais serão incorporados após aprovação da ANVISA, como já acontece com os quimioterápicos endovenosos.

"Está nas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já há algum tempo, um projeto para as mulheres conseguirem a quimio oral. É só ele colocar em pauta e votar!", frisa Galisteu, que pede assinaturas para um manifesto em favor do projeto no site www.simparaquimiooral.org.br.

"Enquanto isso, é importante fazer doações de cabelos longos, perucas, batons, restauração das sobrancelhas, enfim, tudo que possa recuperar a autoestima da mulher, enquanto passa pelo tratamento. Tudo que se fizer pela mulher nestes momentos é essencial", diz ela.

Adriane Galisteu realizando a mamografia - Divulgação

A apresentadora destaca a importância de exames para prevenção da doença. "O primeiro passo para você se salvar é a mamografia. Depois do autoexame, quanto mais cedo fizer, maiores as possibilidades de cura".

Galisteu defende que todo Outubro Rosa deveria significar uma data marcada para as mulheres realizarem a mamografia. "E, se puder, a ultrassonografia das mamas também, que é muito importante. Mas existe o problema da maioria das mulheres que não têm acesso ou levam muito tempo para conseguir fazer o exame na rede pública. E aquelas que precisam de quimioterapia não conseguem".

 

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