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Avianca fará plano de demissão voluntária e de licença

Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca têm dívidas que chegam a quase R$ 500 milhões

Por O Dia

Rio - Os trabalhadores da Avianca, que passa por um processo de recuperação judicial, aprovaram em assembleia a proposta de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) e de um de Licença Não Remunerada (LNR) para comissários de bordo, pilotos e comandantes de aeronaves.

Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca têm dívidas que chegam a quase R$ 500 milhões e no ano passado devolveu duas aeronaves Airbus A330 para as empresas de arrendamento. A aérea, inclusive, anunciou a suspensão de voos internacionais para Santiago, no Chile, Miami e Nova York, nos EUA, com saída de Guarulhos, São Paulo, a partir do dia 31 de março. A medida deve afetar cerca de 40 mil passageiros.

Pelo acordo aprovado, a companhia vai criar um programa de licenças não remuneradas. No total, a previsão é que sejam concedidas 167 licenças para comandantes e copilotos, indistintamente, e 433 licenças para comissários de voo.

De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a empresa se comprometeu a "não efetuar demissões de aeronautas, desde que não guardem relação com o cometimento de faltas graves, durante o mês de fevereiro de 2019, exceto aos optantes do PDV".

Os empregados que aderirem ao programa poderão escolher entre tirar a licença por um período de um ano, prorrogável, por acordo mútuo, por igual período; ou por três anos, sem prorrogação. O prazo máximo para a concessão das licenças termina em abril, podendo ser concedidas antecipadamente, a critério da empresa.

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