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Alerj vota nesta terça-feira reajuste do piso regional

Deputados querem garantir emenda que concede reajuste de 3,75%

Por O Dia

Líderes de partidos vão se reunir antes da votação em plenário
Líderes de partidos vão se reunir antes da votação em plenário -

Rio - Os líderes dos partidos na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) se reúnem nesta terça-feira, às 13h, para tentar fechar acordo sobre a correção do piso regional deste ano. Os parlamentares querem garantir emenda que conceda reajuste pelo acumulado do IPCA do ano passado de 3,75%. As faixas salarias beneficiam mais de dois milhões de trabalhadores da iniciativa privada.

O tema será votado nesta terça-feira em discussão única. A proposta original enviada pelo governo estadual (PL 44/19) congela o piso por dois anos.

Cinquenta e quatro emendas foram apresentadas para alterar a proposta original e serão discutidas pelos líderes antes da votação do projeto em plenário. Sem o reajuste, as seis faixas continuarão variando até o fim de 2020, entre R$ 1.193.36 e R$ 3.044,78.

No último dia 19, a proposta do governo foi debatida e recebeu parecer das comissões técnicas. O relator especial pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Luiz Paulo (PSDB), apresentou parecer com duas emendas. A primeira estabelece reajuste de 3,75%. O parlamentar justificou que o percentual está entre os reivindicados pelos patrões (1,22%) e trabalhadores (6,95%) nas reuniões do Conselho de Trabalho e Renda.

A outra altera o limite da vigência da lei até 2019, um ano a menos do que foi proposto pelo governador Wilson Witzel, que pretendia que o piso ficasse sem reajuste por dois anos. O governador alegou que o estado tem um dos piores desempenhos de abertura de postos de trabalho do país.

Na justifica, Witzel afirmou que o piso do estado é 25,1% maior do que o salário mínimo e 7,7% maior que o de São Paulo em 2018. E que Minas e Espírito Santo praticam o mínimo nacional de R$ 998.

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