Publicado 01/07/2019 22:47 | Atualizado 02/07/2019 08:27
Policiais civis, federais e rodoviários federais fazem uma vigÃlia no Congresso Nacional, na noite desta segunda-feira, pedindo regras mais suaves à s categorias na Reforma da Previdência. Os agentes pleiteiam o mesmo tratamento que o governo dispensou aos militares no projeto de reforma voltado à s Forças Armadas. E, no ato, chegaram a acusar o presidente Jair Bolsonaro de "traição".Â
Há dois destaques que tratam das carreiras da Segurança Pública: um do PSL (que abrange apenas policiais federais, rodoviários federais e civis) e outro do deputado Hugo Leal (PSD-RJ), que se estende também para outras classes da área de segurança, como inspetores penitenciários e agentes socioeducativos.
Ambas as emendas garantem pensão integral em decorrência de morte em serviço; regra de transição igual a dos militares (que é o pedágio de 17% sobre o tempo que falta para se aposentar), além da integralidade e paridade. "Mas a reforma dos militares prevê pensão integral em todos os casos", ressaltou o presidente da ADPF.
Atualmente, para os agentes se aposentarem com benefÃcio integral, não é exigida idade mÃnima, mas 30 anos de contribuição e 20 anos, no mÃnimo, na função policial. E a PEC 6 prevê a integralidade à s carreiras desde que os profissionais tenham, no mÃnimo, 55 anos de idade e 40 de contribuição, além de 25 anos no cargo.
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