Mesmo que o uso de apps de mensagens, como o WhatsApp, tenha invadido os ambientes profissionais, e-mails ainda mantêm forte relevância - Divulgação
Mesmo que o uso de apps de mensagens, como o WhatsApp, tenha invadido os ambientes profissionais, e-mails ainda mantêm forte relevânciaDivulgação
Por ISTOÉ ECONOMIA

Rio - Pesquisa da Grammarly – plataforma em língua inglesa de correção automática de palavras e identificação de textos plagiados –, feita com 3,4 mil usuários, mostra que ao contrário do que pregava a maioria dos especialistas o e-mail não morrerá tão cedo. Pelo menos não até a próxima temporada.

Mesmo que o uso de apps de mensagens, como o WhatsApp, tenha invadido os ambientes profissionais, e-mails ainda mantêm forte relevância. Apenas 6% dos entrevistados disseram ser capazes de tocar a vida profissional sem eles e 36% das pessoas gastam pelo menos 3 horas de suas jornadas diárias de trabalho administrando e-mails.

O tema ainda é tão inquietante que 93% admitem cometer gafes recorrentes em suas mensagens, três em cada quatro pessoas se preocupam com erros ortográficos ou gramaticais e 60% já ficaram envergonhadas pelo que escreveram. Ah!!!!! Para acertar o tom da comunicação, foi perguntado quantos pontos de exclamação se deve usar num e-mail de trabalho. As respostas foram: nenhum (19%), um (37%), dois (17%), três (4%), quantos forem necessários (23%).

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