No PagTesouro, será possível escolher a forma de pagamento mais conveniente, dentre elas, o Pix - Marcello Casal Jr/Agência Brasil
No PagTesouro, será possível escolher a forma de pagamento mais conveniente, dentre elas, o PixMarcello Casal Jr/Agência Brasil
Por ESTADÃO CONTEÚDO
Brasília - O Ministério da Economia quer economizar R$ 1,3 bilhão nos próximos três anos com a redução de gastos com aluguel de imóveis. A ideia é que diferentes órgãos da administração federal passem a dividir um mesmo edifício, reduzindo a ociosidade de espaços nesses locais.
Uma portaria foi publicada nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União com prazos para que órgãos e entidades do Poder Executivo Federal atualizem o cadastro de ocupação de prédios no Sistema de Gerenciamento do Patrimônio Imobiliário de Uso Especial da União.
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"Este é o primeiro passo para implantarmos um programa de gestão de ocupação otimizada e compartilhada dos imóveis. A iniciativa do Ministério levará em consideração a oferta e a demanda de espaços, de forma a ampliar o compartilhamento entre os órgãos da Administração Pública Federal", afirmou, em nota, o secretário de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Fernando Bispo.
Até o dia 10 de setembro, a Economia vai coletar as informações dos órgãos sediados no Distrito Federal. Os dados sobre ocupação de prédios nos demais Estados serão recebidos até 10 de dezembro O cadastro do imóvel deve incluir a área ocupada em metros quadrados, o número de vagas nos estacionamentos e a quantidade de servidores em rotina presencial ou semipresencial.
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"Este levantamento será importante para reduzirmos os gastos com aluguel. Existe a previsão de que esta ação gere uma redução gradativa dessas despesas pelos órgãos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional", acrescentou o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert.
De acordo com a pasta, empresas estatais e órgãos dos outros Poderes e do Ministério Público da União também poderão participar da gestão compartilhada de imóveis com o Executivo, desde que assinem um termo de adesão.