Ministro da Economia, Paulo Guedes - Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Ministro da Economia, Paulo GuedesMarcello Casal Jr/Agência Brasil
Por IG - Último Segundo
O ministro da Economia, Paulo Guedes , afirmou nesta quinta-feira (6) que , dentro de 30 a 60 dias, anunciará três ou quatro privatizações de grandes empresas.
O ministro participou de evento transmitido pela internet organizado pela Fundación Internacional para la Libertad (Fundação Internacional pela Liberdade), presidida pelo escritor peruano Mario Vargas Llosa , ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.
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"Vamos anunciar três ou quatro privatizações de grandes companhias", disse o ministro, que não anunciará os nomes das empresas neste momento, afirmou ainda que acredita no apoio do Congresso Nacional .

Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro dá suporte para que o governo siga com as privatizações e com as reformas.
Por Agência Brasil | Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil | 06/08/2020 16:23

Paulo Guedes e Jair Bolsonaro em live
Reprodução
Paulo Guedes e Jair Bolsonaro em live
O ministro da Economia, Paulo Guedes , afirmou nesta quinta-feira (6) que , dentro de 30 a 60 dias, anunciará três ou quatro privatizações de grandes empresas.

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O ministro participou de evento transmitido pela internet organizado pela Fundación Internacional para la Libertad (Fundação Internacional pela Liberdade), presidida pelo escritor peruano Mario Vargas Llosa , ganhador do Prêmio Nobel de Literatura .
“Vamos anunciar três ou quatro privatizações de grandes companhias”, disse o ministro, que não anunciará os nomes das empresas neste momento, afirmou ainda que acredita no apoio do Congresso Nacional .

Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro dá suporte para que o governo siga com as privatizações e com as reformas.

O ministro disse ainda que, após os gastos extraordinários necessários para o enfrentamento da crise gerada pela pandemia de covid-19, o governo retomará em 2021 a trajetória fiscal, com redução de despesas.

Guedes citou que, se não fosse a crise gerada pela pandemia, o déficit primário (receitas menos despesas, sem considerar gastos com juros) ficaria em 1% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Com as despesas extraordinárias necessárias para o enfrentamento da crise, esse percentual deve ficar em 11%. "No próximo ano, vamos reduzir dramaticamente os gastos", afirmou.