Fachada do Ministério da economia na Esplanada dos Ministérios - Agência Brasil
Fachada do Ministério da economia na Esplanada dos MinistériosAgência Brasil
Por O Dia
Brasília - O governo federal vai contratar empresas de prestação de serviços de apoio administrativo, recepção e secretariado para unificar o trabalho em 50 órgãos públicos localizados no Distrito Federal. A estimativa do Ministério da Economia é de que a licitação centralizada gere uma economia de cerca de R$ 97 milhões aos cofres públicos. O número contempla tanto a diminuição dos processos licitatórios quanto a redução em relação ao custo dos serviços atualmente contratados. O edital do Pregão Eletrônico nº 10/2020 foi publicado, nesta terça-feira, no Diário Oficial da União.
“Estamos realizando esta licitação unificada para a manutenção dos serviços terceirizados nesses órgãos. A mudança está na centralização do processo de contratação, que vai gerar economia por parte do governo ao deixar de realizar 49 licitações e também pelo ganho de escala de um único pregão para tantos órgãos, além da sua padronização”, explica o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do ME, Caio Mario Paes de Andrade.
Publicidade
A proposta centraliza a contratação de 10.584 postos de trabalho terceirizados de auxiliar administrativo, assistente administrativo, recepcionista, recepcionista bilíngue, secretário-executivo e técnico em Secretariado já existentes nos órgãos participantes.
O valor máximo global da licitação é de R$ 1.595.644.133,34 para o primeiro período de vigência contratual, que será de 30 meses. “Antes, existiam 36 cargos para esse tipo de serviço terceirizado; reduzimos para sete, o que representa um ganho de padronização e gestão”, explica o secretário de Gestão do ME, Cristiano Heckert.

Solução tecnológica

As empresas vencedoras terão de disponibilizar um aplicativo para os gestores e servidores públicos terem acesso a documentos como o cumprimento das obrigações previdenciárias, sociais e trabalhistas. “Vamos simplificar para os órgãos e entidades e ainda estabelecer maior eficiência, eficácia e efetividade na gestão e fiscalização contratual”, diz Heckert.