Somente os e-commerces conseguiram um rendimento positivo - Divulgação
Somente os e-commerces conseguiram um rendimento positivoDivulgação
Por O Dia
Apesar das grandes expectativas do comércio para a época de Black Friday, o resultado não foi tão positivo quanto o esperado. Uma pesquisa realizada pela Cielo, empresa de serviços financeiros, mostrou que no varejo total as vendas diminuíram 14,5% em relação ao ano de 2019, assim como as vendas nas lojas físicas, que caíram 25,5%. No entanto, mesmo com os números gerais registrando queda, os e-commerces, que vendem pela internet, garantiram o crescimento de 21,2% na Black Friday deste ano. Considerando o período acumulado, de 26 a 29 de novembro, a evolução foi ainda maior, chegando a 31,8%, segundo dados do levantamento. 
Quando se trata de setores, o destaque vai para os materiais de construção, que somente no dia 27 de novembro, venderam 9,9% a mais do que no ano passado. Em seguida, aparecem o setor de drogarias e farmácias com 2,6% de aumento nas vendas e as veterinárias e pet-shops que arrecadaram 1,7% a mais.
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Outros setores não conseguiram superar tão bem a crise ocasionada pela pandemia do coronavírus. No ramo do turismo e transporte, a queda foi de 50,7%, se comparado a Black Friday de 2019. A área de cosméticos e higiene pessoal também não se saiu bem, registrando uma diminuição de 41,4% nas vendas, seguida da área de vestuário, com -36,7% e das óticas e joalherias com -29,7%. 
Pensando em regiões, o sudeste foi a que registrou uma queda maior nas vendas, em relação ao ano passado, uma diminuição de 31,1%. Liderando a lista de estados com maior prejuízo está o Rio de Janeiro, com -36,6% nas arrecadações; seguido de São Paulo com -31,8% e Pernambuco com -29,8%. Nenhum dos estados tiveram um resultado positivo no faturamento da Black Friday, o menos prejudicado foi o Mato Grosso, com -9,2%. 
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