Fachada do Ministério da economia na Esplanada dos Ministérios - Agência Brasil
Fachada do Ministério da economia na Esplanada dos MinistériosAgência Brasil
Por O Dia
Rio - O Ministério da Economia já discute a volta do auxílio emergencial, mas apenas se o Congresso aprovar, de forma rápida, um novo pacote de medidas de corte de gastos. As informações são do Estadão Conteúdo, que ouviu integrantes da equipe econômica. 
A decisão, portanto, depende dos desdobramentos do resultado das eleições para a presidência da Câmara e do Senado - marcadas para o dia 1º de fevereiro - e do diálogo do ministro da Economia, Paulo Guedes, com os futuros líderes.
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Nesta segunda-feira, o presidente da República, Jair Bolsonaro, se posicionou contrário ao retorno do auxílio emergencial, chegando a dizer que o auxílio "não é aposentadoria". "Lamento muita gente passando necessidade, mas a nossa capacidade de endividamento está no limite", afirmou.
A última parcela do auxílio, criado em abril por conta da crise econômica provocada pela pandemia da covid-19, foi paga no fim de dezembro de 2020.
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Bolsonaro disse também que trataria da possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e não com apoiadores. "Converso sobre isso com o Paulo Guedes, contigo não", disse, ao ser questionado por um apoiador.
* Com informações do Estadão Conteúdo