Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - Uriel Punk/Parceiro/Agência O Dia
Ex-presidente Fernando Henrique CardosoUriel Punk/Parceiro/Agência O Dia
Por ESTADÃO CONTEÚDO

São Paulo - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) estreou no Twitter há um mês, mas só na manhã deste sábado usou a rede para declarar publicamente seu voto ao candidato tucano à presidência, Geraldo Alckmin. No entanto, ele errou duas vezes a grafia do nome do ex-governador e escreveu Alkmin, em vez de Alckmin.

Até então, o máximo que oFHC fez foi listar algumas virtudes necessárias para um presidente sem citar nenhum candidato.

"O Brasil depende de nossas escolhas. Palavras o vento leva. Realizações marcam. Só com experiência se governa. Sem convicção não se criam caminhos de futuro. Avalie quem junta estas virtudes e vote. O país precisa de coesão e grandeza. Está em nossas mãos construir o futuro", escreveu nesta sexta.

Neste sábado, por volta das 11h, depois de a Coluna do Estadão notar a ausência de menções a Alckmin, o ex-presidente alegou que a mensagem de ontem foi clara no seu apoio ao correligionário e, dessa vez, citou o ex-governador de São Paulo, embora ele tenha escrito duas vezes o nome do candidato sem a letra "c".

"Intriga não ajuda a convencer. No que publiquei ontem está claro que Alkmin é quem pode governar melhor: experiente, honesto, com olho no orçamento e capaz de ouvir. Meu voto é sabidamente nele. Há tempo para evitar votar em aventuras ou em desastres anunciados", disse.

Duas horas depois, FHC voltou ao Twitter para dizer que concorda com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), quando este fez críticas ao sistema político, em entrevista ao jornal Folha de S Paulo. Foi nessa mensagem que ele escreveu pela segunda vez o nome de Alckmin sem a letra "c".

"O senador Tasso está certo: o ciclo partidário-eleitoral se exauriu. Não há outro ainda. Alkmin poderá levar o país a um novo consenso. Fiéis à democracia e aos nossos compromissos votemos nele para a reconstrução social e econômica do Brasil.", disse.

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