Adélio se recusa a receber tratamento para a doença com a qual foi diagnosticado: transtorno delirante persistenteDivulgação
Por O Dia
Publicado 07/09/2018 19:18 | Atualizado 07/09/2018 20:09

Rio - A defesa de Adélio Bispo de Oliveira, o homem que atacou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), sustentam que a agressão de seu cliente foi um ato solitário, movido pelo que classificaram de “discurso de ódio” do próprio candidato. Quatro advogados acompanharam Adélio na audiência de instrução com a juíza Patrícia Alencar, na Justiça Federal, na tarde desta sexta-feira, que determinou a transferência do criminoso para um presídio federal. 

“Esse discurso de ódio do candidato é que desencadeou essa atitude extremada do nosso cliente”, disse o advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior. Um dos motivos, segundo a defesa, foi a referência pejorativa aos negros quilombolas, já que seu cliente se identifica como negro.

O advogado informou que a defesa concordou com a transferência de Adélio para um presídio federal, para garantir sua integridade. O advogado também disse concordar com o indiciamento de seu cliente pelo Artigo 20 da Lei de Segurança Nacional, que fala em “praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político”. Ele disse ainda que vai requerer exame de sanidade mental em seu cliente.

Ataque

Ao ser carregado por apoiadores durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro levou uma facada no abdôme. Ele foi levado para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde foi submetido a uma cirurgia. Hoje pela manhã, o presidenciável foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. 

*Com informações da Agência Brasil

Você pode gostar

Publicidade

Últimas notícias