Medidas vêm associadas à busca do ex-prefeito de São Paulo por apoio de lideranças de outros partidos à sua candidaturaReprodução
Por O Dia
Publicado 10/10/2018 18:31 | Atualizado 10/10/2018 18:32

Rio - A campanha de Fernando Haddad (PT) decidiu mudar a identidade visual dos materiais de propaganda neste segundo turno das eleições  presidenciais. A cor vermelha será substituída pelo verde e amarelo. A imagem e o nome do ex-presidente Lula também ficarão de fora da campanha. As medidas vêm associadas à busca do ex-prefeito de São Paulo por apoio de lideranças de outros partidos à sua candidatura. 

O ex-ministro Jaques Wagner (PT-BA) reforça a coordenação de campanha, após ter sido eleito senador pela Bahia, para construir uma 'Frente democrática' contra o bolsonarismo, conforme divulgou o colunista do Globo Bernardo Mello Franco nesta quarta-feira. 

Fernando Haddad deve viajar nesta quarta para Brasília para uma série de encontros políticos na quinta-feira , incluindo representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o presidente nacional do PSB, João Carlos Siqueira.

“[Estamos] conversando com todas as forças que queiram conter a barbárie, essa escalada [de violência] no país”, disse. “Vamos prosseguir no sentido de estabelecer protocolos de civilidade em proveito do futuro do Brasil”, declarou.

O candidato do PT à Presidência recebeu uma carta de “apoio e apreço” de integrantes do PSDB, durante um almoço, nesta quarta-feira, em São Paulo. Ele confirmou que pretende conversar com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O presidenciável disse que não está autorizado a divulgar os nomes do PSDB que participaram do almoço, mas afirmou que todos estão empenhados em garantir a tranquilidade do país e, em especial, do processo eleitoral neste segundo turno. “[Estamos] conversando com todas as forças que queiram conter a barbárie, essa escalada [de violência] no país”, disse. “Vamos prosseguir no sentido de estabelecer protocolos de civilidade em proveito do futuro do Brasil.”

“Nós estamos paulatinamente recebendo apoios. Eu não estou autorizado ainda a divulgar [quem participou], mas já entregaram uma carta de apoio importante, querendo propor uma mediação para conter escalada da violência no nosso país", frisou o candidato. "Parte significativa do PSDB está muito preocupada com o que está acontecendo", acrescentou.

*Com informações da Agência Brasil

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