Clarissa Garotinho  - Luciano Belford/Agência O Dia
Clarissa Garotinho Luciano Belford/Agência O Dia
Por O Dia
Rio - O 'RJ 1', da Rede Globo, levou ao ar nesta quinta à tarde os projetos para a saúde de três candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro nas Eleições 2020. Os três aparecem na pesquisa mais recente do Datafolha, mas com poucos percentuais de intenções de voto.

Bandeira de Mello (Rede - 3% das intenções de voto) afirmou que a saúde será resolvida com gestão adequada, transparência e "vergonha na cara", além de acertos na atenção básica. "As clínicas da família vão atender pelo menos 70% da população e vão voltar a ter clínico, pediatra, dentista, enfermeiros e agentes comunitários", afirmou. Bandeira também falou que o Rio tem mais de 400 mil pessoas na filha do Sisreg (sistema de regulação do Ministério da Saúde) e que pretende que a fila ande em seu governo, através da digitalização da saúde.

Clarissa Garotinho (Pros - 1% das intenções de voto) disse que o tema é prioridade em seu governo, e que irá implementar fiscalização rigorosa em todas as unidades de saúde da nossa cidade para que não falte médico, remédio e o cidadão seja bem atendido. "Vou usar a tecnologia a favor do cidadão, implementando o prontuário único do paciente e usando a telemedicina para não faltar atendimento". Também afirmou que iria acabar "com a bagunça da fila do Sisreg"

Cyro Garcia (PSTU - 2% das intenções de voto), por sua vez, propõe romper todos os contratos com as Organizações Sociais na sapude, "que nada mais sao do que transferências de verbas públicas para a iniciativa privada em ãmbito de corrupção". Também afirma que irá reaparelhar a saúde primária com construção de Clínicas da Família, UPAs e hospitais, e, caso seja preciso, a contratação de servidores através de concurso público e efetivação de terceirizados. Além de estatização de hospitais privados, "para que as pessoas não morram por não terem dinheiro para pagar por uma vaga de leito em UTI".