Por victor.duarte

Rio - Em entrevista concedida ao RJTV 2ª edição, na Rede Globo, o candidato do PRB ao governo do Rio, senador Marcelo Crivella, falou sobre o apoio do ex-candidato Anthony Garotinho ressaltando que apesar de divergências ideológicas que existiram em suas campanhas, essa ajuda não significa uma mudança de princípios em sua possível candidatura.

Crivella e Garotinho selam união para segundo turnoCarlos Wrede / Agência O Dia


"Apoio não se pode negar. Apoio não significa interferência no governo, não significa mudança de rumo, nem principios, nem valores. Apoio significa que quem está te apoiando adere a sua causa. E a nossa causa é derrotar o governo atual".

Questionado sobre as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), o candidato afirmou que pretende aperfeiçoá-las apesar das críticas de seu novo aliado político, Anthony Garotinho. "A UPP é uma conquista nossa. Nem Garotinho e nem ninguém vai me impedir de continuar essa política, nós vamos aperfeiçoar. Nós não permitiremos que o nosso povo volte a ser dominado por traficantes".

Crivella dispara críticas contra Cabral e Pezão

Cumprindo a agenda de campanha, Marcelo Crivella, panfletou, na manhã desta segunda-feira na Central do Brasil, um dos locais mais movimentados da cidade e aproveitou para fazer críticas a rivais.

O postulante se dirigiu aos eleitores e disse que a população não aguenta mais escândalos. Partindo para o ataque, Crivella clamou pela libertação do Rio: "O governador tem de dar o exemplo, não pode colocar guardanapo na cabeça".

Crivella dispara contra Cabral e Pezão em panfletagem no Centro Fabio Gonçalves / Agência O Dia



A fala se referiu às fotos do ex-governador peemedebista Sérgio Cabral e outros membros do governo em Paris, em episódio que ficou conhecido como "farra dos guardanapos".

Depois, voltando a mira para o adversário político direto no segundo turno e atual governante, Luiz Fernando Pezão (PMDB), Crivella ressaltou pesquisas e afirmou: "o povo tá dizendo: tchau Cabral, tchau Pezão".


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