Cristais - Reprodução de Internet
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Por O Dia
Rio - Os cristais acompanham diversas culturas ao longo dos séculos. Eles potencializam a organização do campo energético — a mente, o corpo e a alma — e atuam como catalisadores dos processos. Conectam as situações, pessoas, sentimentos e pensamentos com o que necessita ser transformado. No entanto, existem inúmeras informações falsas sobre o uso e as propriedades terapêuticas dos cristais. Para desvendar esses mitos, a terapeuta integrativa Thais Cruz esclareceu as principais questões sobre esses minerais. Confira!


Não pode usar cristais escuros na parte superior do corpo

De acordo com Thais Cruz, a origem desse mito vem da correspondência entre as cores dos chacras e dos cristais. Mas para a Cristaloterapia essa associação não é determinante. “As cores atuais que conhecemos dos chacras não são as mesmas relatadas pela civilização védica, povo que concebeu essa ideia. Acredito que essa associação tenha relação com o espectro de cores (arco-íris). Portanto, não vejo sentido nisso.”

Ainda de acordo com a terapeuta, a atuação de um cristal ocorre por meio da assinatura energética, que é feita pela composição química, estrutura cristalina e formação geológica. “Muitas questões podem influenciar na cor final de um mineral e, na maioria das vezes, não vai fazer diferença na assinatura energética. Dessa forma, não há nenhum problema em utilizar um cristal escuro nas partes superiores do corpo.”

Não pode usar ou encostar no cristal de outra pessoa

“O cristal não absorve energia de ninguém. A atuação ocorre independente da pessoa que esteja com ele e isso não será marcado na estrutura”, esclarece Thais.

Cristal quebrado não pode mais ser utilizado

Segundo a terapeuta, quando um cristal quebra a assinatura energética se mantém a mesma em todos os fragmentos que se formaram. Portanto, pode continuar usando para o que você quiser.

Não pode comprar cristal
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“Nenhum cristal sabe onde você o conseguiu. Ganhando, achando ou comprando, sua atuação terapêutica é a mesma”, explica Thais Cruz.

A limpeza dos cristais devem ser recorrentes

Outro mito é sobre a limpeza dos cristais. Acredita-se que eles devem ser higienizados sempre, para não ficarem fracos e carregados. No entanto, Thais afirma que eles são uns dos entes com mais baixa entropia da natureza, ou seja, a estabilidade é muito grande. “Ao ser exposto a interações bioenergéticas, não altera a estruturação. Vejo as limpezas e a energização muito mais como um ritual humano para se conectar com os minerais, do que por necessidade para eles ‘funcionarem’”, esclarece.

Quanto maior o cristal, maior o efeito

A especialista afirma que independente do tamanho do cristal, a formação, composição química, estrutura cristalina se mantém a mesma. “Não vai ter mais assinatura energética porque o cristal é maior. A atuação terapêutica é igual para um mini cristal ou para uma mina inteira”, conclui.