Casos de racismo no futebol russo preocupam o presidente da Fifa

Estudo identificou mais de 200 casos ou flagrante de racismo no palco da Copa do Mundo de 2018

Por victor.abreu

Suíça - Um estudo sobre racismo ligou o sinal de alerta nos dirigentes da Fifa. Um estudo feito pela Fare Network, entidade que combate o racismo no futebol, e pela Sova Center, ONG que pesquisa casos de nacionalismo e racismo, apontou que a sede da próxima Copa do Mundo, a Rússia, teve mais de 200 casos de discriminação racial. O presidente Joseph Blatter se mostrou preocupado com os números.

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"Claro que estamos preocupados, estou ciente do estudo. Se o racismo, que é uma das nossas prioridades diárias, não parar, teremos de aplicar sanções", afirmou Joseph Blatter.

Para tentar frear o racismo na Rússia, Blatter chegou a pedir para que o presidente Vladimir Putin intercedesse de forma mais contundente sobre os casos de discriminação racial. Hulk e Roberto Carlos são dois exemplos de brasileiros que já sofreram este tipo de crime no país europeu.

Blatter está ciente do racismo na RússiaReuters


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