Enfim, uma luz no fim do túnel

Marco Polo del Nero deu chance à moralidade na CBF

Por pedro.logato

Rio - Em meio ao bombardeio de péssimas notícias no futebol, até que esse escândalo na Fifa trouxe um refresco aqui no Brasil. Vejamos: 1) O presidente da CBF diz que vai propor o máximo de uma reeleição na entidade, reivindicação antiga de quem lutava pela moralidade. 2) O movimento Bom Senso FC diz que vai pressionar pelo seu afastamento e agora com um contexto favorável. 3) A CBF, já sem força política, vai deixar os clubes decidirem pela tabela e regulamento das competições internas, o que sinaliza mudanças no Brasileiro de 2016, possivelmente com a volta do mata-mata na fase final. Sendo assim, pode chegar ao fim a ditadura da CBF e haverá grande avanço se os clubes mostrarem bom senso e competência. Uma bela ajuda do FBI.

Reunião com a CBF foi positiva para os clubesEfe

TIME PRONTO

Dunga já tem o time titular da Seleção pronto para a Copa América: Jefferson, Danilo, Miranda, David Luiz e Felipe Luís; Fernandinho, Elias, Philippe Coutinho e Willian; Neymar e Tardelli. No futuro, poderão retornar dois ex-titulares: Marcelo e Luiz Gustavo. Robinho deve ser reserva de luxo e Philippe Coutinho, em alta, pode barrar Oscar de vez.

CRISE ANUNCIADA

Nem Eurico, que arrota poder e se diz dono do Vasco, controlou a onda. A torcida tentou invadir São Januário, já se prevê treinos fora do Rio e Marcinho e Douglas Silva foram afastados junto com o desequilibrado Bernardo. Se as coisas não mudarem, Doriva joga a toalha. O Estadual só enganou. Segura essa, Eurico.

OLHA O SHEIK AÍ

A torcida do Fla se agita com a contratação de Sheik e já antevê boa dobradinha com Guerrero. Até pode ser, se Sheik se empenhar, mantiver ótima forma física e ficar longe das confusões. Ele não é muito confiável e costuma esgotar logo a sua dedicação. Mas vale o risco porque a seca atual é braba e, mesmo aos 36 anos, Sheik pode dar a atropelada final.

RÚSSIA É CERTA

A não ser que se descubra novo escândalo, não há chance de que a Copa de 2018 saia da Rússia. O tempo é escasso para novas providências, o país é forte, criou boa estrutura e a mudança criaria uma crise geopolítica que poria até os EUA na linha de fogo. O Catar é outra história — faltam sete anos e forçaram a barra.

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