Flu e Vitória não veem a cor da bola

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Por HUGO PERRUSO

Entre quatro defensores do Vitória, Gum tenta a cabeçada: jogo com poucas chances de gol -

O Fluminense não consegue fazer gol e o 0 a 0 com o Vitória passa a sensação ao seu torcedor de que será esse sofrimento até o fim do Brasileiro. Apesar de ter sido superior ao fraco adversário durante os 90 minutos, o time de Marcelo Oliveira mais uma vez abusou da incompetência na hora de definir as jogadas e amargou outro tropeço no Maracanã, com direito a vaias.

Já são três jogos seguidos sem um jogador tricolor balançar as redes adversárias, já que os dois gols sobre Cruzeiro e São Paulo foram contra. E um atacante marcar então é algo ainda mais raro (Gum foi o responsável pelo último gol do Flu). Só mesmo Pedro poderia salvar, mas, em recuperação de estiramento nos ligamentos do joelho direito, seguirá como desfalque.

"É complicado, o gol não está saindo e o último passe também não. Não era o que a gente queria", lamentou Léo na saída de campo.

A verdade é que o Fluminense pelo menos na noite de ontem conseguiu criar algumas boas jogadas, principalmente na primeira etapa. O time não sentiu tanto a ausência de Sornoza, com a seleção do Equador, graças às jogadas pelas laterais de Ayrton Lucas e Léo. Só que a falta de qualidade nas finalizações chega a ser assustadora.

Na primeira etapa, Everaldo chegou a soltar uma bomba no travessão e parou no goleiro Ronaldo, enquanto Ayrton Lucas chutou mal após jogada individual e Kaique furou inacreditavelmente na pequena área. E o Vitória, que pouco fez além de se defender, quase marcou com rodrigo Andrade, mas Júlio César salvou.

POUCAS CHANCES

Após o intervalo, o Fluminense seguiu com mais posse de bola, trocou três atacantes por mais três e ainda assim seguiu sem alguém para colocar a bola na rede. As oportunidade de gol foram mais raras. O mais perto foi numa cabeçada de Gum, que passou rente à trave, e em outra de Kayke, na mão do goleiro. Já o Vitória, satisfeito com o empate, praticamente não incomodou até os minutos finais, quando pelo menos apareceu na área tricolor para preocupar, sem assustar.

 

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