Galvão Bueno - Reprodução de TV
Galvão BuenoReprodução de TV
Por O Dia

Rio - O narrador da Rede Globo Galvão Bueno voltou a dar sua opinião na televisão. Depois de atacar Neymar, o jornalista reclamou muito do uso do VAR na partida envolvendo Boca Juniors e Cruzeiro, pela Copa Libertadores.

"Foi o chefe lá do VAR. Ele chama-se Mário Diaz de Vivar, do Paraguai. Ele que chamou. O árbitro não tinha pensado em nada. O juiz foi lá e fez outra palhaçada, o Eber Aquino”, desabafou. Eber foi o árbitro da partida e expulsou o zagueiro Dedé após um choque involuntário com o goleiro Andrada.

Galvão relembrou que a CBF ter prometeu votar nos Estados Unidos e México como sedes do Mundial de 2026, mas acabou trocando voto para o Marrocos. Isso pode ter enfraquecido a entidade: "Eu falo sempre. Isso pode ter haver com a falta de força que o futebol brasileiro tem hoje na Conmebol e na América do Sul. Tem haver com o coronel (Nunes) presidente da Confederação Brasileira de Futebol no voto errado que deu na Copa do Mundo, que obrigou o futuro presidente da CBF, Rogério Caboclo, a ir lá pedir desculpas. O presidente argentino disse que os brasileiros eram traidores, que atuavam contra o futebol da América do Sul. Tudo isso tem origem lá atrás”, emendou.

O narrador encerrou o lance dizendo que foi um maiores erros  que viu na sua carreira: "Estamos sem nenhum prestígio dentro da Conmebol. Um dos grandes absurdos que eu vi em arbitragem nos últimos tempos”.

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