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Ônibus do Boca Juniors é apedrejado e jogadores ficam feridos antes da final da Libertadores

Tévez chegou ferido ao vestiário
Tévez chegou ferido ao vestiário Reprodução de TV
Ônibus do Boca Juniors foi apedrejado sábado
Ônibus do Boca Juniors foi apedrejado sábado AFP
ônibus do Boca quebrado
ônibus do Boca quebrado Reprodução de TV
Torcida invadiu o estádio
Torcida invadiu o estádio Reprodução de TV
Torcida invadiu o estádio
Torcida invadiu o estádio Reprodução de TV
Torcedores do River Plate lutam com a polícia
Torcedores do River Plate lutam com a polícia AFP
Ônibus do Boca foi apedrejado
Ônibus do Boca foi apedrejado AFP
Torcedores do River Plate cobrem o rosto por causa do gás de pimenta jogado pela polícia
Torcedores do River Plate cobrem o rosto por causa do gás de pimenta jogado pela polícia AFP
Torcedores do River Plate cobrem o rosto por causa do gás de pimenta jogado pela polícia
Torcedores do River Plate cobrem o rosto por causa do gás de pimenta jogado pela polícia AFP
Jogo virou uma guerra em Buenos Aires
Jogo virou uma guerra em Buenos Aires AFP

Argentina - A final da Copa Libertadores entre Boca Juniors e River Plate virou uma verdadeira guerra. Momentos antes da hora marcada para o começo da partida, o ônibus que levava os jogadores do Boca para o Monumental de Nuñes foi apedrejado por vândalos que torcem para o rival.

O médico oficial da Conmebol afirmou que alguns jogadores foram atingidos e estão feridos. Um dos que sofreram lesões é Carlos Tévez, que chegou ao vestiário dos estádio mancando. Segundo a 'TNT Sports', Pablo Pérez tem cortes pelo corpo e estilhaços no olho. Ele corre risco até de perder a visão e foi encaminhado para o hospital.

A torcida do River, não satisfeita com o que aconteceu ao ônibus do Boca, destruiu barricadas e invadiu o estádio. Representantes dos dois clubes e da Conmebol estão reunidos e a partida foi adiada para as 20h20 (horário de Brasília).

Segundo imagens de televisão, o veículo entrou no palco da decisão com vários vidros laterais quebrados. Os jogadores do Boca, aos descerem do ônibus, tossiam e estavam com lágrimas nos olhos por conta do efeito dos gases.

"Nos jogaram de tudo", disse o capitão do Boca Pabli Pérez, visivelmente afetado. Já o zagueiro Carlos Izquierdoz relatou rapidamente que "nos jogaram gás de pimenta, paus, pedras. Entrou de tudo no ônibus".

A televisão mostrou imagens da entrada dos jogadores e comissão técnica no vestiário, visivelmente afetados com os gases.

"Foi um descontrole nas últimas ruas perto do Monumental. A polícia se viu transbordada com tanto vandalismo e precisou dispersar os torcedores com gás lacrimogêneo, que também entraram no ônibus pelo efeito do vento e pelas janelas quebradas", disse um dos dirigentes à imprensa.