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Pai de Neymar admite que mima o filho: 'Tenho o meu direito'

Agente também falou sobre Carnaval e sobre a infância pobre do atacante

Por O Dia

Pai de Neymar repetiu as acusações de tentativa de extorsão
Pai de Neymar repetiu as acusações de tentativa de extorsão -

Rio - Empresário e principal conselheiro de Neymar, o pai do jogador, que tem o mesmo nome, voltou a sair em defesa do atacante da seleção brasileira. O agente afirmou que o brasileiro não se mostra como um atleta mimado dentro de campo. Porém, ele admitiu que a forma como trata o filho acaba sendo sim de um pai, que gosta de mimar o herdeiro.

"Eu não vejo ele mimado dentro de campo. Não vejo ninguém protegendo o Neymar dentro de campo. Ninguém passando a mão na cabeça dele. O que é ser mimado desportivamente? O Neymar é um jogador mimado? Não. O Neymar é um filho mimado. E se ele é mimado pelos pais, amém. Eu vou mimar o meu filho. Tenho meu direito. Você, como pai ou como mãe, eu tenho certeza, vai mimar seu filho. Eu vou mimar o meu", afirmou em entrevista ao portal "UOL".

O pai do jogador falou sobre a sua infância pobre. Ele afirmou que a vida deles começou a melhorar quando Neymar ainda era um pré-adolescente, porém, as dificuldades foram muitas até o atacante conseguir jogar pelo Santos.

"As pessoas que têm poder aquisitivo pequeno, baixo, vão entender o que eu tô falando, talvez vocês aqui não. Comprar uma bolacha recheada é muito difícil pra uma criança. Na maioria do tempo você vai chegar lá, você compra água e sal, um pacotinho de bolacha recheada e você tem que: 'ó, hoje come duas recheadas, amanhã você come duas e tem que dividir com a irmã'. Ainda mais numa casa onde nós fomos morar onde tinha as primas e todo mundo. Então, fica mais difícil ainda. Você tenta dar o que é básico pro seu filho. Arroz, feijão, a mistura, que a gente fala, ou é a carne ou é o frango, mas você sabe que aquilo tudo é contado.", disse.

Neymar pai ainda abordou a polêmica vinda de Neymar no Carnaval do Rio neste ano e a tão comentada vida noturna do craque. Ele afirmou que é importante para o atacante viver momentos como este.

"Acho que eu, às vezes, proporciono fugas para ele, porque mentalmente esses caras, nesse nível, os caras choram, viu, os caras sofrem, os caras sentem. Você precisa dar... não uma fuga, mas uma estrutura pra eles, pra que eles possam, realmente, suportar toda essa carga de trabalho, de distância, de amigos.", opinou.

 

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