Chapecoense - Divulgação
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Por O Dia
Rio - Três anos da maior tragédia esportiva da história do Brasil, a situação dos familiares da vítimas está bem longe de ser acolhedora. A tragédia, que vitimou integrantes do elenco da Chapecoense, dirigentes e jornalistas, segue sem um reembolso para os parentes de algumas das vítimas do acidente.
Em entrevista ao portal "Globoesporte.com". Rosângela Loureiro, viúva e mãe de dois filhos de Cleber Santana, luta para receber a indenização pela tragédia. E o próximo passo será no dia 26 de setembro, quando ela e outras oito viúvas, além do sobrevivente zagueiro Neto, irão a Londres protestar em frente a sede da 'Aon', empresa que alega ser seguradora do voo.
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"Todas as viúvas queriam estar lá, mas nem todas podem porque é em Londres. Não é barato. A gente está indo por conta nossa. Quem tem mais condições é que está indo. Vamos fazer um protesto na sede. A empresa (Aon) é uma das patrocinadoras de um dos maiores times do mundo, que é o Manchester United. Estamos indo para fazer um protesto lá na frente".
Rosângela explicou como será realizado o protesto com o intuito de descobrir as verdades e obter as reparações causadas pelo acidente aéreo. O grupo retorna ao Brasil no dia 1° de outubro.
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"A gente vai colocar as camisas, cada uma com a foto do ex-marido, e os nomes "verdades e reparações", que é o que a gente quer, né? Até agora não tivemos verdades e nem reparações".
Cleber Santanda era capitão da Chapecoense e um dos principais jogadores na época da tragédia. Em sua carreira, o jogador passou por grandes clubes do Brasil e do exterior, como: Atlético de Madrid, Flamengo, Santos, São Paulo, Athletico Paranaense e Sport.