Camp Nou - Divulgação
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Por Lance
Rio - O 'Periódico de Catalunya' revelou um acontecimento grave que ocorreu em 2016, no Camp Nou. O protagonista era um fisioterapeuta que naquela época trabalhava no Barcelona. Segundo o jornal catalão, o funcionário do clube, Jaume J.LL, supostamente atendeu 'de maneira libidinosa e sem qualquer objetivo curativo' uma funcionária do clube, que pediu seus serviços para uma contratura no pescoço.
A acusação, que pede sete anos de prisão para o acusado, destaca que o fisioterapeuta desviou suas massagens da região cervical para o quadril, para ir 'pouco a pouco' aos órgãos genitais da mulher.
Posteriormente, o profissional, 'mantendo seu humor lubrificante, sentiu seus seios e tocou seus mamilos', de acordo com a carta do promotor. A mulher deixou a consulta 'altamente afetada' pelo episódio que sofreu, conclui a promotoria, afirmando claramente que esses eventos constituem um crime de abuso sexual.
Além do pedido de prisão, o Ministério Público alega uma proibição ao acusado de abordar a vítima, além de mais seis anos de liberdade condicional e 10.000 euros de indenização (cerca de 53 mil reais). O julgamento deveria ocorrer na próxima semana, mas provavelmente será adiado pela crise do coronavírus. Fontes do clube, que aparecem na acusação como responsável civil subsidiário, deixaram muito claro ao 'El Periódico' que o acusado, quando os fatos se tornaram conhecidos, foi demitido.
O funcionário do clube era uma pessoa de renome nos serviços médicos do Barcelona: ele passou mais de três décadas trabalhando em diferentes seções profissionais. Por isso, a gravidade do crime e as acusações foram surpreendentes.
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