Dirigente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro - Vitor Silva/Botafogo
Dirigente do Botafogo, Carlos Augusto MontenegroVitor Silva/Botafogo
Por O Dia
Rio - A derrota por 1 a 0 para o Sport, na última sexta-feira, confirmou o rebaixamento do Botafogo para a Serie B do Brasileirão. Horas depois do fim da partida, dirigentes do Flamengo não perdoaram e usaram das redes sociais para provocar o rival e também alguns dirigentes e ex-cartolas do Glorioso.
Diogo Lemos, membro do conselho de futebol do Flamengo, foi um dos primeiros a se manifestar. Ele relembrou as declarações dadas no início da pandemia da Covid-19 feita pelos dirigentes do Botafogo, onde criticaram a postura do time da gávea, citando inclusive, o incêndio do Ninho do Urubu.
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"É hora de alguns programas esportivos darem aos representantes do clube rebaixado o mesmo espaço que deram quando a narrativa hipócrita que esses dirigentes reverberavam coincidia com seus interesses. A destruição de uma instituição centenária tem responsáveis. Sempre tem", escreveu.
Pela manhã deste sábado, Rodrigo Dunshee, vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, se manifestou. O posicionamento foi enfático e pareceu direcionado ao ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro. Dunshee, além das críticas, desejou sorte ao rival no processo de reestruturação.
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"Quem acompanha o futebol carioca talvez se recorde da tentativa de dirigente ultrapassado do Botafogo tentar lacrar em cima do Flamengo e do trágico incêndio. Essa deselegância tinha clara intenção de criar uma cortina de fumaça da situação caótica do Botafogo. Cadê o dirigente?", disse.
"Agora, ele sumiu!!. Foi para casa e deixou um clube cheio de tradição e com uma bela história numa situação muito delicada. Não tem mais espaço para lacrador demagogo. Tem que trabalhar sério, planejar e segurar o rojão. Boa sorte ao Botafogo na reconstrução", completou.