Em negociação com o Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos, Pavón teve o pedido de prisão solicitado para não deixar a Argentina  - Reprodução/Instagram
Em negociação com o Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos, Pavón teve o pedido de prisão solicitado para não deixar a Argentina Reprodução/Instagram
Por O Dia
Bueno Aires - A denúncia de abuso sexual cometido atacante Cristian Pavón, do Boca Juniors, em novembro de 2019, teve um importante movimento nesta sexta-feira com o pedido de prisão preventiva solicitada pela defesa Gisela Doyle. Em depoimento, a enfermeira admitiu ter consumido álcool e maconha na polêmica festa. Ela que foi trancada num banheiro por Pavón, que teve relações sexuais não consentidas por ela.
Emprestado para o Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos, Pavón acompanhou o caso à distância. Como o Boca Juniors negocia a transferência definitiva para o clube da Califórnia, a defesa da acusadora agiu rapidamente para impedir a saída do atacante do país. Como a negociação não foi concluída, ele se reapresentou ao Boca Juniors este mês. Os advogados de Gisela Doyle não descartam um pedido de extradição à Interpol, caso Pavón deixe a Argentina.
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No texto do pedido apresentado pelo advogado Luciano Bocco, ele afirma que "existem veementes indícios de perigo de fuga ou de obstrução da investigação. (...) Tendo em conta as facilidades que o denunciado tem para abandonar o país, solicito a que se ordene de maneira imediata uma medida cautelar de proibição para a saída do país", como divulgou o 'GE'.