Agora vale título da Supercopa! Veja os capítulos recentes da rivalidade entre Palmeiras e Flamengo

Por O Dia

Na manhã de domingo (11), Flamengo e Palmeiras vão escrever mais um capítulo da rivalidade histórica entre os dois. Dessa vez, o que está em jogo é o título da Supercopa do Brasil, torneio que opõe os atuais campeões do Brasileirão e da Copa do Brasi
Alexandre Vidal/Flamengo
Em setembro de 2020, uma polêmica envolveu a partida entre Palmeiras e Flamengo no Allianz Parque, pela 12ª rodada do Brasileirão. Por conta de 16 desfalques contaminados com coronavírus do lado flamenguista, a partida tinha sido suspensa. Porém, faltando dez minutos para o duelo, uma decisão tomada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), a última instância acionada pela CBF, decretou que o jogo seria realizado. Mesmo com o Rubro-negro escalando muitos garotos da base, a partida terminou em 1 a 1
Luciano Belford/Agência O Dia
Em dezembro de 2019, após a conquista dos títulos de Brasileirão e Libertadores, Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, cutucou o rival, dizendo que agora o "cheiro virou verde"
Divulgação
A cutucada foi em referência a uma provocação que palmeirenses fizeram nos anos anteriores, quando o clube paulista venceu dois Brasileiros e o Rubro-Negro ficou "no cheirinho". O troco veio em dose dupla em 2019, com as conquistas de Brasileiro e Libertadores
Reginaldo Pimenta / Agencia O Dia
O Palmeiras garantiu o Brasileiro de 2018 ao vencer o Vasco no Rio de Janeiro e, no aeroporto carioca, os jogadores provocaram em frente a uma loja oficial do Flamengo. Jailson se aproximou com aparelho tocando o funk do título, Borja gritou "cheirinho" e Diogo Barbosa colocou a mão no nariz
REPRODUCAO/TWITTER
Aliás, em 2016 e 2018, com as conquistas do Campeonato Brasileiro, o então camisa 7 Dudu provocou o time rival na festa do título, dizendo "cheirinho é meu peru" em cima de trio elétrico
Fabio Menotti / Ag. Palmeiras
Na comemoração da Taça Guanabara, Supercopa do Brasil e Recopa Sul-Americana, no início de 2020, os jogadores do Flamengo também não deixaram barato, entoando o canto, capitaneado por Gabigol: "O Palmeiras não tem Mundial, não tem Copinha, não tem Mundial"
Reprodução
Antes, a música já tinha sido "tema" da conquista da Libertadores, quando Gabigol comandou a festa em Lima, no Peru
Reprodução
E também teve rivalidade nos aeroportos! Os "aeroporcos" e "aeroflas" também deram o que falar, que incluía tanto a chegadas de jogadores contratados quanto ao apoio dado aos clubes quando iam jogar fora de seus domínios
Gilvan de Souza/Agência O Dia
Em jogo no Allianz Parque, em 2019, a CBF decidiu que apenas a torcida do clube mandante estaria presente. Então, os jogadores do Fla aplaudiram, simbolicamente, a torcida do Flamengo, que não estava presente. Os visitantes venceram o jogo
ALEXANDRE VIDAL/FLAMENGO
Obviamente, a rivalidade também se acentua porque os dois são financeiramente muito fortes, sendo considerados as potências atuais no Brasil. O Flamengo tem o Banco de Brasília (BRB) como patrocinador máster, enquanto o Palmeiras tem a Crefisa/FAM
Cesar Greco
Outra disputa entre as equipes se dá também na Seleção Brasileira, entre a convocação de Gabigol e Gabriel Jesus, cria do Palmeiras e que está no Manchester City. Os dois disputam por espaço, pelo menos para os torcedores mais apaixonados nas redes sociais, que vivem comparando os dois atletas
Lucas Figueiredo/CBF
Outra comparação é entre treinadores brasileiros e estrangeiros. Vanderlei Luxemburgo, ex-treinador do Palmeiras, de um lado, e Jorge Jesus, ex-Flamengo e hoje no Benfica, do outro
Gilvan de Souza
Luxa, inclusive, alfinetou a saída de Jesus, dizendo que, se um brasileiro deixasse seu clube no meio de um contrato, seria duramente criticado. "O treinador cismou de ir embora no meio do caminho, largou. É um treinador estrangeiro, mas, se fosse brasileiro que tivesse feito isso aí, a porrada hoje seria tamanha. Seria porrada a todo momento no treinador", disse na ocasião
Daniel Castelo Branco
Os presidentes dos clubes, nos anos passados, também inflamaram a rivalidade. De um lado, Paulo Nobre, do outro, Eduardo Bandeira de Mello
Daniel Castelo Branco
Palmeiras e Flamengo brigavam pelo título brasileiro de 2016 e o empate por 1 a 1, no Allianz, em 14 de setembro, teve polêmica. Presidente do Verdão, Paulo Nobre exigiu a expulsão de um flamenguista em camarote - por decisão do STJD, era torcida única alviverde. E Eduardo Bandeira de Mello, presidente rubro-negro, bateu boca com torcedores palmeirenses
DIVULGACAO/PALMEIRAS
Nobre deixou a presidência após o Brasileiro de 2016, mas apareceu nas redes sociais diversas vezes com a camisa "A E I O U, cheirinho é meu peru". Durante o torneio, ele reclamou de possíveis favorecimentos da arbitragem ao Flamengo.
REPRODUCAO/FACEBOOK
Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, reclamou que o VAR não era utilizado com o mesmo rigor para o Flamengo. Na semana seguinte, Marcos Braz, vice-presidente do Flamengo, o ironizou, dizendo que o próprio Galiotte foi à CBF pedir desculpas
Alexandre Vidal / Flamengo
Publicado 08/04/2021 13:40 Atualizado 08/04/2021 13:48