Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, costura um acordo com federações nacionais e Fifa para a retomada nas Eliminatórias a partir de junho
Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, costura um acordo com federações nacionais e Fifa para a retomada nas Eliminatórias a partir de junho Divulgação/Conmebol
Por O Dia
Luque - Após o adiamento de duas rodadas marcadas para março, a Conmebol negocia um acordo com as dez confederações nacionais de futebol da América do Sul para a retomada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, no Catar. As restrições na Europa para viagens para o continente sul-americano, em função da pandemia do novo coronavírus, atrasaram o calendário. De acordo com o 'ge', o planejamento prevê uma rodada dupla em junho e duas rodadas triplas, entre setembro e outubro. No entanto, a proposta depende do aval da Fifa para ter o martelo batido.
O empecilho se deve às regras de liberação de atletas nas janelas internacionais no segundo semestre, que previam apenas duas partidas. Para aumentar o tempo de cada janela, que hoje é de nove dias, a Comenbol depende da aprovação da entidade máxima do futebol.
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Caso a proposta seja avalizada pela Fifa, a tendência é que os jogadores que atuam no Brasil, por exemplo, desfalquem os clubes por mais tempo no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil. Afinal, as competições que não são paralisadas nas Datas Fifa. Vale destacar que a Copa América, com sede na Argentina e na Colômbia, será realizada entre 13 de junho e 10 de julho. Mais problemas à vista para os clubes brasileiros
O plano acertado foi disputar uma rodada dupla em junho, como já estava previsto, e depois fazer duas rodadas triplas em setembro e outubro. Ou seja: nas janelas internacionais do segundo semestre, nas quais seriam organizadas duas partidas, a ideia é aumentar para três.