Publicado 22/05/2021 19:41
Belo Horizonte - Na decisão do Campeonato Mineiro, deu Atlético. O empate em 0 a 0 com o América, neste sábado, no Mineirão, garantiu ao Galo o 46º título estadual da história do clube. Dono da melhor campanha, o Alvinegro explorou a vantagem do regulamento, pois o clássico disputado no domingo também terminou empatado sem gols. Ao Coelho, de volta à elite do futebol brasileiro, fica a frustração pelo pênalti perdido que poderia ter mudado o último capítulo da decisão.
Com 46 títulos estaduais, o Atlético se isolou como o maior campeão de Minas Gerais. Apesar da oscilação na competição, a conquista aumenta a confiança da torcida pelo fim do jejum em Brasileiros. Campeão pela última vez em 1071, o Galo chega credenciado como o clube de melhor campanha nas primeiras cinco rodadas da Libertadores.
O investimento foi alto. A chegada de nomes de peso como Nacho Fernández e Hulk demonstraram o tamanho do apetite da diretoria e dos patrocinadores que incentivaram as contratações. No entanto, não houve passeio. O primeiro tempo foi equilibrado, mas o Galo teve chances reais de abrir o placar com Igor Rabello e Nacho Fernández, que pararam nas grandes defesas do goleiro Matheus Cavichioli.
No início do segundo tempo, o árbitro Felipe Fernandes de Lima assinalou o pênalti de Igor Rabello sobre Felipe Azevedo. Na cobrança, Rodolfo carimbou o travessão e desperdiçou a chance de mudar o rumo da decisão. Nos acréscimos, o Coelho reclamou muito de outro pênalti não marcado de Igor Rabello, mais uma vez, na disputa com Eduardo Bauermann. No fim, a festa do Atlético pelo título contrastava com o tenso clima do lado dos jogadores e a comissão técnica do América que cercaram o árbitro Felipe Fernandes após o apito final.
No início do segundo tempo, o árbitro Felipe Fernandes de Lima assinalou o pênalti de Igor Rabello sobre Felipe Azevedo. Na cobrança, Rodolfo carimbou o travessão e desperdiçou a chance de mudar o rumo da decisão. Nos acréscimos, o Coelho reclamou muito de outro pênalti não marcado de Igor Rabello, mais uma vez, na disputa com Eduardo Bauermann. No fim, a festa do Atlético pelo título contrastava com o tenso clima do lado dos jogadores e a comissão técnica do América que cercaram o árbitro Felipe Fernandes após o apito final.
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