Rogério Caboclo é investigado pelo Ministério Público do Trabalho do Rio após denúncias de assédio moral e sexual contra uma funcionária da CBFLucas Figueiredo / CBF

Rio - Rogério Caboclo está oficialmente afastado da presidência da CBF por mais 60 dias. Nesta sexta-feira, a entidade publicou nesta sexta-feira uma carta enviada às federações, divulgada pela 'ESPN Brasil', ratificando a decisão tomada pela Comissão de Ética da entidade. 
No documento assinado por Antônio Carlos Nunes, presidente em exercício, o afastamento acontecerá por dois meses (que se junta aos 30 dias anteriores) ou se forem confirmadas as ações:

- Decisão final ser exarada nos autos do PCEFB no. 0501/2021
- Realização da Assembleia Geral Administrativa que confirme ou não decisão condenatória

O grupo se baseou no artigo 143 do estatuto para bater o martelo sobre o caso: "Nos casos de urgência comprovada, a Diretoria da CBF poderá afastar, em caráter preventivo, qualquer pessoa física ou jurídica direta ou indiretamente vinculada à CBF que infrinja ou tolere que sejam infringidas as normas constantes deste Estatuto ou do Estatuto da Fifa ou da Conmebol, bem como as normas contidas na legislação desportiva e nos regulamentos da CBF", define o trecho estatutário.

Rogério Caboclo está afastado desde o dia 6 de junho, devido às acusações de assédio moral a uma funcionária da CBF. Caso não houvesse a prorrogação, ele voltaria ao poder em julho.