Mauro Júnior vive expectativa para estrear com a camisa da seleção brasileiraJoilson Marconne / CBF

Lateral-esquerdo do PSV (HOL), Mauro Júnior não escondeu a felicidade por representar a seleção brasileira pela primeira vez na carreira. O defensor foi chamado por Carlo Ancelotti para os amistosos com Austrália e Índia, que acontecerão nos próximos dias.
“Estou muito feliz por essa oportunidade, não vejo a hora de entrar em campo logo para poder mostrar o que posso oferecer. É um sentimento que não cabe dentro de mim por vestir essa camisa. Estou preparado para me doar ao máximo”, disse o jogador, em entrevista à ‘CBF TV’.

“Chego para poder ajudar no que for possível, jogo pelo time”, complementou. 
O primeiro compromisso da Amarelinha nesta Data Fifa será contra a Austrália, na próxima sexta-feira (25). A bola vai rolar às 7h (de Brasília), no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville. Depois, a Seleção voltará a enfrentar os australianos, no dia 29, e terá a Índia pela frente, no dia 3.
“A expectativa é muito grande para que consigamos três vitórias. Estou super confiante. Precisamos nos dedicar para estarmos preparados”, afirmou.

Outras respostas de Mauro Júnior

. Seleções de base: “É sempre uma honra poder defender essa camisa. Sabemos o peso disso. Peguei muitas seleções de base, a experiência foi um aprendizado muito grande para mim, me ajudou a crescer como pessoa e como profissional. Estou muito feliz por hoje representar a seleção principal”.

. Carlo Ancelotti: “Ele é muito grande no mundo do futebol, foram muitas conquistas. Fico muito feliz por essa oportunidade que está me dando. Estou preparado para dar tudo de mim dentro de campo”.

. Inspirações: “Marcelo, Roberto Carlos, Branco. Tem muitos laterais-esquerdos que fizeram história com essa camisa. Espero dar o melhor de mim para poder continuar aqui”.

. Experiência como meio-campista: “Joguei muitos anos no meio-campo. São posições muito diferentes. Em uma, você joga de costas para o adversário. Na outra, de frente. Isso facilita um pouco mais o meu estilo de jogo. No começo foi difícil de me adaptar. Hoje, me sinto muito bem, confortável”.