Técnico da Argentina, Jorge Sampaoli segue pressionado - ALEJANDRO PAGNI/AFP
Técnico da Argentina, Jorge Sampaoli segue pressionadoALEJANDRO PAGNI/AFP
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Rio - Agora é com Neymar. Cristiano Ronaldo e Messi já estão a caminho de casa e se correrem poderão assistir a Brasil e México pela televisão. Nada surpreendente ou inesperado. Argentina com um futebol confuso, desorganizado, vítima de Jorge Sampaoli, um treinador tão vaidoso quanto incompetente. Portugal com uma equipe voluntariosa, dependente de Cristiano Ronaldo, com um sistema defensivo frágil e que não suportou a fúria de Cavani. Hoje será a vez do Brasil. Ganhar do México não parece tão difícil, afinal a Suécia meteu 3 a 0 neles sem fazer muita força. Só que ser favorito é uma coisa e ganhar é outra e a ex-toda poderosa Alemanha está aí para confirmar. A seleção brasileira está devendo, mas vem subindo degrau por degrau. Convivendo com problemas e procurando soluções. Está na hora de Neymar assumir o protagonismo. Não é ele quem vive buscando superar Lionel Messi e Cristiano Ronaldo no pódio? Pois a hora é essa.

 

PEDALADAS
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Lincoln fez cinco gols no jogo-treino em que o Flamengo meteu 7 a 0 no Bangu. O garoto é bom de bola, mas não tem vez. Se liga, que a janela de transferência internacional está aberta.
O italiano Gianluca Rocchi, que apitará o jogo entre Brasil e México, hoje, às 11h, atuou no VAR e não viu falta em Miranda no lance do gol da Suíça, no empate na estreia em 1 a 1. Tomara que vá de óculos.
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O time do México está muito gripado. O do Brasil vacinado, assim espero.
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BOLA fora
As eliminações de Argentina e Portugal não diminuem Messi e Cristiano Ronaldo. Ambos seguem sendo fantásticos, mas futebol é jogo coletivo. Ninguém ganha ou perde sozinho.
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BOLA DENTRO
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Aos 31 anos, Edinson Cavani deu um show de participação na vitória do Uruguai sobre Portugal pelo placar de 2 a 1. Defendeu, atacou, fez dois gols e saiu com lesão muscular. O cara do jogo.
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O VAR MAIS UMA VEZ NÃO VIU
No jogo entre Argentina e França, o zagueiro argentino Fazio fez uma grande lambança, atrasou mal para o goleiro, Griezmann entrou livre, ele, a bola e o gol. Foi agarrado pela camisa e travado por baixo, num pênalti indiscutível. O árbitro nem foi alertado. Tudo bem que a França venceu e não houve prejuízo, mas o lance poderia ter mudado o jogo com uma vitória menos dramática dos franceses. Só falta o italiano Pierluigi Collina, chefe dos árbitros da Fifa, alegar que foi um puxãozinho de camisa que nada interferiu na jogada.
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