Washington Rodrigues: Nada de Brasília

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O técnico Tite sofreu apenas duas derrotas à frente da Seleção, mas a para a Bélgica foi fatal
O técnico Tite sofreu apenas duas derrotas à frente da Seleção, mas a para a Bélgica foi fatal -

Rio - Tite viaja quando diz que não levaria a Seleção ao encontro do presidente Jair Bolsonaro e que se arrependeu de ter levado o Corinthians ao encontro do Lula. Tite não precisa se preocupar por alguns motivos claros: primeiro porque, como empregado da CBF, não decide sobre o tema, assim como não decidiu na visita do Corinthians ao Lula. Segundo: caso a entidade resolva levar o grupo, ele ou qualquer outro terá o direito de escolha entre ir ou não. Terceiro: para que ocorresse a visita, seria necessária uma conquista que a justificasse, o que convenhamos não seria o caso da combalida Copa América, competição na qual o Brasil, pela enorme diferença técnica dos seus jogadores com relação aos adversários e ainda jogando em casa, tem obrigação de ganhar não se justificaria nada além daquele papel picado disparado por canhões ao lado do palco no momento da entrega da taça ao capitão campeão. Nem volta olímpica.

 

PEDALADAS

A volta de Paulo Pelaipe ao Flamengo, para assumir o cargo de gerente de futebol, provocou reações da galera nas redes sociais. Escaldada, turma teme pelas futuras contratações. Abel Braga mal chegou e já precisa ficar ligado.

Vasco faz o que pode para montar o elenco para 2019. Por enquanto não conseguiu nem sequer um time.

Botafogo lutando para conseguir honrar os pagamentos. Penhoras se sucedem e deixam o cofre alvinegro vazio.

BOLA fora

Manchester City despenca e está dez pontos atrás do Liverpool. O fã clube de Guardiola garante que a culpa é dos jogadores. Ele ganha, os jogadores perdem.

BOLA DENTRO

Cristiano Ronaldo foi o Papai Noel de crianças com câncer. Em visita surpresa, chegou a um hospital em Turim com presentes e conversou e brincou com os pequeninos.

TREINO PARA A TURMA DO APITO

Se todas as federações de futebol do Brasil fizessem o que Jorge Rabelo faz no comando da arbitragem aqui no Rio de Janeiro, o nível certamente seria melhor. Levando em conta que os árbitros não são considerados profissionais e não podem se dedicar exclusivamente aos exercícios físicos, Jorge Rabelo promove no tempo que dispõe treinamentos, avaliações físicas, palestras, ensinamentos específicos para os árbitros de linha e especialmente para o uso da tecnologia, o famoso Árbitro de Vídeo (VAR).

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