Metade do ano já foi

Por O Dia

Presidente da CBF, Rogério Caboclo terá que buscar alternativas para conciliar o calendário
Presidente da CBF, Rogério Caboclo terá que buscar alternativas para conciliar o calendário -
Nas reuniões da CBF, é visível a preocupação com o calendário porque as condições não parecem favoráveis para que se programe o início do Campeonato Brasileiro. Em alguns estados, a pandemia está longe de ser dominada, muitas das equipes nem sequer voltaram a treinar e a malha aérea está comprometida, o que dificultará muito os deslocamentos das delegações. O departamento-técnico da entidade estuda as possibilidades, sabendo que luta contra dois duros adversários: o tempo e a incerteza. Ninguém pode afirmar hoje quando as coisas voltarão à normalidade e nada pior do que administrar no escuro. O Brasileirão tem 38 rodadas, pontos corridos e não se cogita mudar. A partir daí, são feitas as simulações tentando enfiar 38 rodadas no meio de um engarrafamento de jogos nacionais e internacionais, Copa do Brasil, Copa Sul-Americana, Libertadores, Eliminatórias para a Copa do Mundo. Pé 42, sapatinho 36. Nem com calçadeira.


ALERTA NO AR

O Sindicato dos Atletas Profissionais está atento aos acontecimentos e ativo na proteção dos direitos dos jogadores. Quer garantia de que não haverá punição para aquele que, não se sentindo seguro, se negue a treinar ou a jogar. O sindicato não aprova a redução do tempo mínimo de intervalo entre as partidas, de 66 para 48 horas, argumentando que as viagens são longas e desgastantes, não havendo tempo suficiente para a recuperação.

PEDALADAS

Flavio Augusto, carioca e rubro-negro, dono do Orlando City, na Flórida, fez convite ao meia Diego para jogar nos Estados Unidos.
Antônio Lopes aposta num Vasco forte no Brasileirão e promete: quem viver verá.
Fred garante que, quando a bola rolar, estará pronto para a reestreia no Fluminense.
Amanhã, 70 anos do velho Gigante. Parabéns, Maracanã!

BOLA DENTRO

O Departamento de Marketing do Flamengo está em outro patamar. Agora o problema é escolher entre os que querem patrocinar o time. Tem mais anunciantes do que espaço nas camisas.

BOLA FORA

Messi disse que, por ele, o futebol só voltaria com público. Vendo os jogos pela Europa, tenho que concordar. Futebol sem público é como limonada sem limão.

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