Willian Arão - Vitor Silva/SSPress/Botafogo
Willian ArãoVitor Silva/SSPress/Botafogo
Por O Dia
Rio - Willian Arão foi condenado pela Justiça a indenizar o Botafogo em R$ 4 milhões por conta de sua saída do clube, em 2015. No entanto, o Glorioso ainda não recebeu o valor e, segundo o vice-presidente jurídico, Domingos Fleury, pediu urgência no caso, temendo uma possível saída do jogador do Flamengo para o exterior.
Publicidade
"Com relação ao caso do Arão, o que tem que se ver é que a pandemia atrapalhou. Desde março o TST, assim como toda a Justiça do Trabalho, está fechado, não tem atendimento presencial. Só julgam casos urgentes, estabelecidos pelos ministros do TST. Fizemos requerimento, petição, através do escritório Capanema Belmonte, dizendo que se o atleta for negociado e sair do Brasil vamos ter dificuldade enorme para executar estes valores. Apresentamos requerimento pedindo urgência no julgamento dos embargos de declaração. É o que falta para encerrar no TST e voltar ao Rio", explicou Fleury ao canal do Wellington Arruda.
"Aí vai ser a nossa vez, vai ser intimado para pagar e, se não pagar, vamos fazer penhora, indicar os bens dele. É o que acontece no caso Arão. A pandemia paralisou as atividades do TST, não estão julgando tudo como julgavam antes, quando funcionavam normalmente. Infelizmente, embargos de declaração não são considerados prioritários. Já fizemos requerimento e estamos esperando a decisão", completou.