Honda deu mais qualidade ao meio de campo, mas não foi suficiente -  Vitor Silva / Botafogo / Divulgação
Honda deu mais qualidade ao meio de campo, mas não foi suficiente Vitor Silva / Botafogo / Divulgação
Por O Dia
Publicado 19/10/2020 22:18 | Atualizado 19/10/2020 23:07
DIEGO CAVALIERI: Trabalhou menos do que Tadeu, mas mostrou segurança quando foi exigido. NOTA 6,5
KELVIN:  Apagou a má impressão deixada em Porto Alegre. Correto na marcação e mais participativo no ataque. NOTA 6
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MARCELO BENEVENUTO:  De volta, tomou conta da defesa. Foi bem nas antecipações e levou a melhor na maioria das jogadas. NOTA 6,5
KANU:  Seguro, foi importante na marcação pelo alto. NOTA 6,5
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VICTOR LUÍS:  Atuação discreta. Não comprometeu atrás, mas pouco avançou. NOTA 6
MATHEUS BABI: Na única chance que teve, obrigou Tadeu a fazer uma boa defesa. NOTA 6 
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RAFAEL FOSTER:  Correto na marcação, deixou a desejar na saída de bola, com erros de passes simples. NOTA 5,5
ÉBER BESSA: Sem ritmo, o novo reforço para o setor de criação pouco apareceu. NOTA 5
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CAIO ALEXANDRE:  Se movimentou bem no primeiro tempo, auxiliando Honda e Nazário na armação. Caiu de produção no segundo. NOTA 6
CÍCERO: Pouco acrescentou. NOTA 5
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HONDA:  Foi bem na armação e perigoso na chegada ao ataque. Parou em duas grandes defesas de Tadeu. NOTA 7
BRUNO NAZÁRIO: Recuperado de lesão, foi boa opção no primeiro tempo, mas cansou no decorrer do jogo. NOTA 6
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GUILHERME: Entrou na ponta, mas logo foi descolocado para a lateral e foi bem na marcação. NOTA 6
RHUAN:  Enquanto teve fôlego, incomodou. Só faltou capricho no último passes. NOTA 6,5
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DAVI ARAÚJO: Não conseguiu emplacar suas jogadas. NOTA 5,5
PEDRO RAUL:  Com boa mobilidade, foi sempre opção de tabela. Mas, no duelo com Tadeu, levou a pior. NOTA 6,5
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BRUNO LAZARONI:  O Botafogo evoluiu em relação ao jogo com o Grêmio. Mais solto e dinâmico, criou muitas chances, mas faltou capricho. NOTA 6,5