'Melhor ataque da Copa' diz o artilheiro Suárez sobre trio com Forlán e Cavani

Maior goleador da história da seleção uruguaia se anima com setor ofensivo, mas sabe que Celeste não é favorita no torneio

Por O Dia

Um dos melhores atacantes da atualidade está a caminho de sua segunda Copa do Mundo. Suárez, uma das estrelas da seleção uruguaia e do Liverpool, que já esteve no torneio em 2010, disse em entrevista ao jornal italiano Gazzeta dello Sport que seu país tem o melhor ataque do mundo. A equipe treinada por Óscar Tabárez conta com a eficácia do setor ofensivo, que conta o trio com Forlán (eleito o melhor jogador da última Copa), Suárez e Cavani, craque do PSG, da França.

Maior artilheiro da seleção uruguaia, Suárez vê o trio que forma com Forlán e Cavani como o melhor da CopaAndré Mourão / Agência O Dia

"Formamos o melhor ataque do mundo porque vivemos para o gol, mas sabemos passar a bola a outro jogador que estiver melhor colocado. Este é o segredo do Uruguai: nossa união", revelou Suárez à publicação esportiva da Itália.

Apesar de exaltar o ataque da seleção celeste, o artilheiro do Liverpool sabe que sua seleção não é uma das favoritas ao título da Copa do Mundo. Entretanto, ressaltou que os uruguaios não temem ninguém.

"Tenho consciência de que o Uruguaio não está entre os favoritos, mas quando nos encontramos frente a frente contra qualquer adversário, onze contra onze, sempre olhamos nos olhos. E nunca somos os que baixam primeiro os olhos", disse o atacante, exaltando o histórico da Itália no torneio.

"Eles têm uma tradição na Copa, com uma dinâmica que é sempre a mesma. Eles chegam sem maior consideração, mas depois se tornam a surpresa mais positiva", disse o goleador, que comparou o time da Velha Bota ao país sul-americano, dizendo que "nós (uruguaios) e os italianos temos uma característica em comum muito importante, talvez a mais importante de todas: sabemos disputar um torneio breve e terrivelmente intenso", resumiu Suárez.

A seleção uruguaia vai precisar do talento dos jogadores ofensivos e da garra do time na chave D da Copa, considerado o "grupo da morte". Em busca do tricampeonato, a Celeste vai ter a companhia de Itália (quatro títulos mundiais), da Inglaterra (campeã em 1966) e da modesta Costa Rica.

Últimas de _legado_Copa do Mundo