Ambiciosa, Colômbia enfrenta o Japão em crise na estreia da Copa

Com equipe ofensiva e renovada, meta é ir longe no Mundial. Nipônicos apostam em mudança de técnico para brilhar

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Falcao García (C), ao lado do goleiro Ospina, durante o treino de reconhecimento do estádio em Saransk
Falcao García (C), ao lado do goleiro Ospina, durante o treino de reconhecimento do estádio em Saransk -

Rússia - Quatro anos após chegar pela primeira vez às quartas de final de uma Copa do Mundo, a Colômbia inicia contra o Japão, hoje, às 9h, na Mordovia Arena, em Saransk, a caminhada para tentar superar esta marca. Motivada, a meta da equipe do técnico José Pekerman é ficar em primeiro lugar no Grupo H. Para isso, vencer os nipônicos é obrigação.

"Chegamos com muito entusiasmo e orgulho de defender a seleção com 100% do nosso esforço", disse Radamés Falcao, que, lesionado, não disputou o Mundial de 2014, no Brasil a Colômbia foi liderada por James Rodríguez, artilheiro da Copa (seis gols) e dúvida para o duelo de hoje.

De volta à seleção, Falcao, ao lado de James, é o líder de uma equipe ofensiva e renovada. "A renovação é algo importante para a Colômbia seguir nos Mundiais com chances de ficar entre os primeiros. Temos uma equipe com muita qualidade. No Brasil, tínhamos a juventude de James, Quintero e Cuadrado. Agora, eles estão muito mais experientes", avalia Pekerman, que respeita o Japão.

"O novo treinador (Akira Nishino) teve poucas partidas desde que assumiu, e já tentou dois sistemas táticos diferentes. Temos que tomar cuidado com Kagawa, Honda, Kawashima, Endo e Hasebe", disse.

O Japão também chega à Rússia com muitas ambições. A meta ir além das oitavas de final e repetir o feito de 2002 e 2010. A saída do franco-bósnio Vahid Halilhodzic e a contratação do japonês Akira Nishino, com experiência na J-League, é uma das armas.

 

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