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Casados, brasileira e mexicano estarão com corações divididos nesta segunda

Mesmo sem querer o confronto, eles terão motivo para ficar felizes mesmo se o outro lado vencer

Especial para o jogo Brasil X Mexico - Ataque - O casal Jorge Leon e Deborah Calazans torcedores. Rj, 29 de junho. - fotos Marcio Mercante / Agencia O Dia
Especial para o jogo Brasil X Mexico - Ataque - O casal Jorge Leon e Deborah Calazans torcedores. Rj, 29 de junho.fotos Marcio Mercante / Agencia O Dia
Por HUGO PERRUSO

Rio - Na varanda de um condomínio na Barra, a bandeira do Brasil divide espaço com a do México, assim como nos corações da brasileira Deborah Calazans e do mexicano Jorge León. Casados há quatro anos, eles se conheceram em 2012 e aprenderam a dividir a torcida pelas duas seleções. Até hoje. Com o inevitável confronto das oitavas de final da Copa, restou a escolha de um lado, sem deixar o carinho pelo outro.

"O México já faz parte de mim e eu acreditava mais no time do que o Jorge, que achava que não passaria de fase. Após a classificação de manhã, torcemos à tarde para o Brasil ser segundo do grupo para não ter esse confronto. As duas seleções mereciam desfrutar mais a Copa", afirmou Deborah, que faz questão de dizer ser fã de Chicharito Henández antes mesmo de conhecer o marido.

Apaixonado pelo Brasil não apenas no futebol, Jorge queria que a Seleção fosse campeã do Mundo. Mas com o confronto justamente com o México, pesou a vontade de ver seu país fazer história.

"De tantos países os dois tinham que se encontrar? Queria que o Brasil fosse campeão, mas sempre caímos nas oitavas e os brasileiros já ganharam cinco vezes. Seria melhor dar oportunidade para o México dessa vez", disse.

Morando no Rio há quatro anos, Jorge já sofre pelo confronto. Mas a experiência de ser o único mexicano entre brasileiros em frente à mesma TV não é nova. Ele já v09Z"/>

Especial para o jogo Brasil X Mexico - Ataque - O casal Jorge Leon e Deborah Calazans torcedores. Rj, 29 de junho. - fotos Marcio Mercante / Agencia O Dia
Especial para o jogo Brasil X Mexico - Ataque - O casal Jorge Leon e Deborah Calazans torcedores. Rj, 29 de junho.fotos Marcio Mercante / Agencia O Dia
Por HUGO PERRUSO

Rio - Na varanda de um condomínio na Barra, a bandeira do Brasil divide espaço com a do México, assim como nos corações da brasileira Deborah Calazans e do mexicano Jorge León. Casados há quatro anos, eles se conheceram em 2012 e aprenderam a dividir a torcida pelas duas seleções. Até hoje. Com o inevitável confronto das oitavas de final da Copa, restou a escolha de um lado, sem deixar o carinho pelo outro.

"O México já faz parte de mim e eu acreditava mais no time do que o Jorge, que achava que não passaria de fase. Após a classificação de manhã, torcemos à tarde para o Brasil ser segundo do grupo para não ter esse confronto. As duas seleções mereciam desfrutar mais a Copa", afirmou Deborah, que faz questão de dizer ser fã de Chicharito Henández antes mesmo de conhecer o marido.

Apaixonado pelo Brasil não apenas no futebol, Jorge queria que a Seleção fosse campeã do Mundo. Mas com o confronto justamente com o México, pesou a vontade de ver seu país fazer história.

"De tantos países os dois tinham que se encontrar? Queria que o Brasil fosse campeão, mas sempre caímos nas oitavas e os brasileiros já ganharam cinco vezes. Seria melhor dar oportunidade para o México dessa vez", disse.

Morando no Rio há quatro anos, Jorge já sofre pelo confronto. Mas a experiência de ser o único mexicano entre brasileiros em frente à mesma TV não é nova. Ele já v

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    ivenciou isso na Copa de 2014, quando estava no Canadá e assistiu ao duelo que terminou em 0 a 0. E lembra que ficou muito feliz e viu os amigos irritados com o empate. Na ocasião, a partida era pela fase de grupos.

    "Ficou todo mundo me zoando e agora já sei como levar. E, se o México ganhar, vou receber porrada (risos). Não sei qual vai ser a minha reação na hora, mas não pretendo comemorar gol..."

    (Deborah interrompe) "Tem que comemorar, sim! Se eu estivesse no México, eu ia comemorar o do Brasil".

    Divididos hoje, os dois pelo menos sabem que, independentemente do resultado, acabarão o dia felizes, nem que seja pelo outro. "A única certeza é que vamos beber duas vezes: para celebrar a vitória de um e para lamentar a derrota do outro", brincou Jorge.

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