Por edsel.britto

Rio - O técnico Vanderlei Luxemburgo bem que tentou esconder o jogo às vésperas do clássico com o Flu. Mesmo fechando praticamente todo o treino para os jornalistas, deu para perceber que o time terá alterações. No meio, Jonas barrou Lucas Mugni. Na defesa, o lateral-esquerdo Anderson Pico voltou ao time. Com a mudança, Pará foi para a lateral direita, e Luiz Antônio para o banco de reserva.

Com a barração do argentino Lucas Mugni%2C Jonas ganhará a vaga no meio-campo do Flamengo no clássicoGilvan de Souza / Flamengo / Divulgação

Durante o treino tático, o técnico trabalhou muito a bola parada e priorizou a marcação para acertar o posicionamento. O time titular treinou com: Paulo Victor, Pará, Bressan, Wallace e Anderson Pico; Jonas, Márcio Araújo e Gabriel; Marcelo Cirino, Alecsandro e Paulinho. No treino, o goleiro César substituiu Paulo Victor, que fez um trabalho específico com o preparador de goleiros.

Bandeira promete combater ‘lei da mordaça’

Presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello apoiou integralmente o gesto do técnico Vanderlei Luxemburgo de colocar um esparadrapo na boca como forma de protesto por ser impedido de trabalhar no clássico com o Fluminense.

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A liminar que garantia a presença do técnico no jogo foi cassada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva justamente horas depois de o dirigente rubro-negro trocar muitas farpas com o presidente da Ferj, Rubens Lopes, em um programa da ESPN Brasil, quinta à noite. Indignado, Bandeira promete lutar até o fim contra a ‘lei da mordaça’.

“A manifestação do Luxemburgo foi de inconformismo, de quem está sendo impedido de exercer sua profissão. Ele fez muito bem. O tribunal usou subterfúgios para usar a lei da mordaça. Vamos procurar todos os caminhos possíveis para mudar este cenário, mas para este jogo está em cima”, disse o presidente.

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Apesar de a diretoria se fechar em copas, a expectativa é de que o Flamengo faça algum tipo de protesto simbólico antes do clássico. “Ainda não fechamos nada. Estamos estudando o que vai ser feito. Não existe ainda nada de concreto, o que existe é uma indignação muito grande”, ressaltou.

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