Por O Dia

Sem esconder sua obsessão pela Libertadores, o Flamengo planeja escalar um time quase todo reserva na final da Taça Rio, domingo, priorizando o duelo com o Peñarol, quarta-feira, no Maracanã. Nem sequer o técnico Abel Braga, internado com quadro de arritmia cardíaca, estará à beira do campo, e o auxiliar Leomir vai assumir o cargo interinamente.

A única dúvida fica por conta do volante Cuéllar, que estava na seleção colombiana, desfalcou o Flamengo nas últimas três partidas e será avaliado pela comissão técnica. A tendência é que faça dupla com Hugo Moura, mas, caso não tenha condições de jogo, Ronaldo será o seu substituto.

A maior novidade na escalação é a volta do zagueiro Rhodolfo, que não atua há mais de um mês por causa de uma lesão na panturrilha. Ele formará a dupla de zaga com Thuler, de 20 anos, acompanhado por Rodinei e Trauco na primeira linha de defesa. O quarteto ofensivo será formado por Arrascaeta, Lucas Silva, Vitinho e Uribe — Arrascaeta e Vitinho são as maiores contratações na história do Flamengo, somando mais de R$ 100 milhões. E César protege a meta rubro-negra.

O fato de entrar em campo com o time reserva não significa que o Flamengo esteja abrindo mão do Estadual. Já classificado para as semifinais, o clube entende que a vantagem do empate não é determinante a ponto de correr o risco de perder um jogador para a Libertadores.

BRUNO HENRIQUE SERÁ JULGADO

O atacante Bruno Henrique, expulso contra o Fluminense, é desfalque certo para a final da Taça Rio, mas o cenário pode ser ainda pior. Ele será julgado hoje pelo cartão vermelho recebido no clássico diante do Vasco, dia 9, após o apito final, e corre o risco de não jogar mais no Carioca.

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