Fluminense na hora de pensar em 2014

Futuro do técnico Dorival Júnior é incerto e diretor-executivo de futebol pode deixar clube

Por rafael.arantes

Rio - Planejamento é a palavra de ordem no Fluminense. E o rebaixamento para a Série B do Brasileiro aponta para o caminho de significativa reformulação no clube e no elenco. O futuro de Dorival Júnior, com contrato até o fim do mês, ou de seu sucessor já foi tema do primeiro encontro da diretoria após a queda. A permanência de Rodrigo Caetano na função de diretor-executivo de futebol ainda é incerta. Principal braço político do presidente Peter Siemsen, a Flusócio, que cobrou a demissão de Vanderlei Luxemburgo, sugeriu a saída do dirigente em blog oficial.

“Não falo agora porque não sei se estaria falando como pessoa (física) ou como representante do Fluminense. Por isso, só a partir de quarta-feira me pronuncio”, disse Rodrigo Caetano, que espera uma definição de seu futuro até esta terça, por considerar que o planejamento para 2014 deveria estar finalizado até o fim da semana.

Fluminense terá dilema pela frenteAndré Mourão / Agência O Dia

A aguardada coletiva do presidente Peter Siemsen deve acabar com as principais dúvidas da torcida para 2014. Nomes de pontuais reforços e de possíveis dispensados estão sendo definidos, casos de Anderson, Edinho, Felipe e Marcelinho, todos com contrato até o dia 31 de dezembro. Rhayner foi o primeiro integrante da barca. Depois de reduzir a folha salarial de R$ 6 milhões para R$ 4,3 milhões, após a saída de Deco, Thiago Neves e Wellington Nem, a diretoria pretende reduzir ainda mais o orçamento no futebol para a disputa da Série B do Brasileiro.

Portanto, jogadores mais rodados e com salários altos poderão ser negociados (como Leandro Euzébio, Wellington Silva, Diguinho e Valencia) e, assim, abrir espaço para os jogadores revelados pelo clube e que melhor aproveitaram as brechas no péssimo ano, casos de Digão, Rafinha e Biro Biro.

Uma nova reunião nesta terça deve definir alguns pontos desse planejamento, principalmente as situações de Rodrigo Caetano e Dorival Júnior. Com a promessa de não repetir os erros de 2013, a diretoria não pode perder tempo.

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