Flu seca o Inter para manter chance de ir à Libertadores

Tricolor precisa ficar de olho em jogo deste sábado de noite

Por pedro.logato

Rio - O milagre pelo qual o torcedor do Fluminense tanto espera precisa começar a acontecer hoje à noite. A vitória do Palmeiras sobre o Internacional é obrigatória para manter o sonho de classificação para a Libertadores vivo. Com 63 pontos e três vitórias a mais, o Colorado pode sepultar o sonho tricolor com um simples empate. O técnico Cristóvão Borges estará na torcida, mas garante que sua equipe encerrará a competição com dignidade, independentemente do que acontecer.

“São duas coisas importantes. Temos de torcer pelo resultado favorável do Palmeiras sim. Não importa o que aconteça, a entrega e a vontade contra o Corinthians serão as mesmas, independente da vitória do Internacional. Será da mesma forma e da melhor maneira, por cima que tentaremos terminar a competição, com duas vitórias”, disse Cristóvão.

Conca e Fred se divertem em treino do FluminenseErnesto Carriço

Com a Libertadores mais distante, o clima de incerteza para a próxima temporada só aumenta nas Laranjeiras. Na segunda-feira será batido o martelo sobre a renovação com a Unimed. Embora a negociação para a continuidade da parceira tenha evoluído, o valor do investimento deve cair drasticamente. A era de contratos milionários estão com os dias contados. Apenas os vínculos em vigor serão cumpridos.

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Em 2014, o Fluminense já vivenciou a prévia do que promete ser o próximo ano na busca por reforços. A contratação de Cícero pode ter sido o último suspiro da bem-sucedida parceria. Nomes menos badalados já são analisados para suprir as prováveis saídas de Gum, Valencia, Diguinho e Carlinhos. Diego Cavalieri é prioridade, mas a pedida na casa de R$ 500 mil para renovar diminuiu o ritmo das conversas.

“Muita coisa o Fluminense gostaria de resolver, mas não podia, muitas coisas indefinidas, coisas que continuam... Por isso vamos terminar o ano com muitas indefinições. Falar durante o período não é muito interessante. Já vivíamos essa coisa de renovação, patrocinador... isso foi o ano inteiro. Não teríamos sossego. Foi uma questão de se preservar em relação a isso, para administrar as dificuldades e trabalhar para ter um sucesso maior”, revelou Cristóvão, para então justificar o seu ‘silêncio’.

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