Por fabio.klotz
Rio - Se, para uns, a pré-temporada nos Estados Unidos serviu para apresentar o cartão de visitas, outros jogadores retornaram ao Brasil, nesta sexta-feira, com o sentimento de que precisam mostrar algo mais para vencer a concorrência no Fluminense. De Diego Cavalieri a Fred, o técnico Eduardo Baptista tem boas opções em todos os setores e a tendência é que exista uma disputa sadia por vagas no time titular em 2016.
Marlon destaca a concorrência na zaga tricolorNelson Perez / Fluminense F.C. / Divulgação

Apesar da juventude, o atacante Richarlison garante que chegou para ficar e pode ser mais do que um bom reserva para o capitão Fred. O garoto não marcou nos jogos contra Shakhtar Donetsk e Internacional, mas deixou boa impressão e prometeu gols.

“Tenho demonstrado meu trabalho durante os treinamentos e recebi estas oportunidades. A camisa do Fluminense tem muito peso, sei que meu dever é fazer gols. Tenho que trabalhar muito para conseguir esse objetivo. A torcida pode esperar muita raça e determinação”, afirmou Richarlison.
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Com problemas musculares, Marlon teve atuação contrastante com a de Richarlison. O zagueiro não foi bem quando exigido e viu os concorrentes Henrique e até o recém-chegado Renato Chaves terem desempenho elogiados. Marlon, no entanto, levanta a cabeça e diz que a concorrência é sadia.
“O Fluminense está bem servido atrás, com Henrique, que é bem experiente, e tem outros zagueiros de qualidade. Quem ganha com isso é o Fluminense. Espero que o professor Eduardo Baptista defina isso com inteligência”, declarou Marlon.
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Na espera por Nem
Os dois jogadores torcem pela vinda de Wellington Nem. O atacante tem sua situação apalavrada com o Tricolor e aguarda a definição do Shakhtar, da Ucrânia. Uma novela que deve ter seu fim no início da semana que vem.
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“Nem sei se ele vem, mas torço para que dê tudo certo porque é um baita jogador e seria importante para o nosso time”, avaliou Marlon.