Everaldo e outros titulares fizeram um trabalho regenerativo 
 -  MAILSON SANTANA/FLUMINENSE
Everaldo e outros titulares fizeram um trabalho regenerativo MAILSON SANTANA/FLUMINENSE
Por O Dia

Rio - Quando o Fluminense parece que vai deslanchar, empaca e decepciona seus torcedores. Vem sendo assim em toda a temporada de 2018, com raros momentos de alegria e que acabam rapidamente, como no tropeço no Engenhão para os reservas do Grêmio, que deu fim à esperança de conquistar uma sequência de vitórias para subir no Brasileiro. Um reflexo da irregularidade que acompanha o elenco tricolor.

Com 52 jogos em 2018, o Fluminense conseguiu apenas quatro sequências de vitórias. A melhor foi no início da temporada, quando, comandado por Abel Braga, o time emendou seis triunfos seguidos (encarou os pequenos cariocas, Caldense, Salgueiro e os reservas do Flamengo). E, logo depois, a primeira decepção, em março: derrota em casa para o Avaí que encaminhou a eliminação na Copa do Brasil.

Somente no Brasileiro, no fim de maio, o Fluminense voltou a ter duas vitórias (Atlético-PR e Chapecoense), para depois empatar com Grêmio e perder para o lanterna Paraná. Já no início de trabalho de Marcelo Oliveira, o Tricolor teve outra sequência em duas rodadas (Sport e Palmeiras) para logo perder para o Ceará, outro que na época estava na lanterna do Brasileiro.

Foram necessários mais 11 jogos para o time vencer duas vezes novamente. Com dois bons resultados fora de casa, diante de Chapecoense e Deportivo Cuenca, do Equador, a confiança na arrancada com cinco jogos seguidos no Rio não suportou nem mesmo os reservas do Grêmio.

"Viemos muito confiantes, o time mobilizado. Está faltando uma regularidade, uma constância de jogo. Creio que até o fim do ano possa haver essa oscilação, embora sempre o trabalho busque uma maior regularidade", analisou o técnico Marcelo Oliveira.

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