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Uma competição para deixar o Fluminense bem à vontade

Com boas campanhas nas últimas edições, Tricolor começa hoje a disputa da Sul-Americana contra o Antofagasta, do Chile

Por O Dia

Destaque na vitória sobre o Bangu, Caio Henrique será titular de novo no Fluminense, agora pela Sula
Destaque na vitória sobre o Bangu, Caio Henrique será titular de novo no Fluminense, agora pela Sula -

Rio - Entre as competições que disputou em 2018, a mais próxima que o Fluminense chegou do título foi na Copa Sul-Americana. E hoje, às 21h30, no Maracanã, a equipe de Fernando Diniz dará o primeiro passo para buscar a tão sonhada conquista internacional, contra o Antofagasta, do Chile, tentando repetir as boas campanhas nos anos anteriores.

Ao cair na semifinal da Sul-Americana, para o Athlético-PR em 2018, o Fluminense pelo menos trouxe esperança à torcida de que era possível conquistar um título em meio à crise financeira. Em 2017, o Tricolor também avançou muito e só caiu nas quartas de final, com um gol no fim do jogo contra o Flamengo.

Para superar as últimas campanhas, o Fluminense precisa passar pelo desconhecido Antofagasta, que fez apenas duas partidas em 2019. Assim como em 2018, o Tricolor começa o duelo no Maracanã, tentando abrir boa vantagem para praticamente garantir a classificação antes de ir para o Chile.

Esperando um adversário fechado, Fernando Diniz vai colocar o time ainda mais para a frente. Destaque contra o Bangu, Caio Henrique será mantido como titular e, para isso, jogará no lugar do lateral Marlon, que não vem agradando. A ideia é melhorar mais o passe contra defesas fechadas. Sem Ganso, que não está inscrito, o Fluminense terá Luciano e Airton de volta à equipe.

"A gente sabe que eles fizeram apenas duas partidas, ganharam uma e perderam outra. Pelos vídeos, têm uma defesa boa e vêm aqui para se defender. Vamos trabalhar para alcançar uma vantagem para irmos mais tranquilos ao Chile", disse Caio Henrique.

PERDA IMPORTANTE

O Fluminense corre sério risco de não manter Everaldo, já que precisa pagar R$ 2 milhões ao Velo Clube (SP) para comprá-lo ao fim do empréstimo, em maio. Sem dinheiro, o Tricolor vê o Cruzeiro aparecer como forte concorrente e pode até mesmo liberar o atacante antes do fim do contrato, em troca de jogadores fora dos planos do clube mineiro.

 

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