Celso Barros - LUCAS MERÇON/ FLUMINENSE
Celso BarrosLUCAS MERÇON/ FLUMINENSE
Por O Dia
Rio - Sem patrocinador master desde a saída da Valle Express, o Fluminense segue em busca de um parceira para estampar o lugar mais nobre da camisa. Em entrevista ao portal 'Ge.com', o vice-geral do Tricolor comentou a dificuldade para achar uma empresa e também aproveitou para afirmar que a marca do Fluminense no mercado está desvalorizada.
Publicidade

"Durante a campanha, quem levantou muito a historia do sócio futebol fui eu. Presidi uma empresa que patrocinou o Fluminense por 15 anos e sei que com essa crise econômica que vinha vivendo o país seria cada vez mais difícil arrumar essa história do patrocínio master. Por isso dizia que o maior patrocínio do clube seria o torcedor. Se 100 mil pagassem R$ 30, seriam R$ 3 milhões por mês, R$ 36 milhões no ano. Que patrocínio paga isso hoje?", disse Celso, que emendou:

"Não adianta achar que minha casa pode valer R$ 2 milhões se não tem ninguém que compre. A marca do Fluminense hoje está desvalorizada. Não para o Celso, para os torcedores, mas no mercado está desvalorizada pelos resultados. Hoje quais são os valores que o clube recebe pelas marcas no uniforme? A maioria é de parcerias. Eu fazia muita questão de não permitir nenhum penduricalho na marca do Fluminense na era Unimed. Hoje isso é muito difícil", encerrou.