Martín Silva  - Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
Martín Silva Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
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Com o retrospecto favorável desde o fim da pausa no calendário durante a Copa do Mundo duas vitórias e um empate , o Vasco defenderá, na altitude de 2.800 metros de Quito, a invencibilidade no confronto com a LDU, nesta quarta, às 19h30, em Casa Blanca, pela Copa Sul-Americana. Na Libertadores, a equipe sofreu em Sucre (2.810 metros acima do nível do mar), foi envolvida e goleada por 4 a 0 pelo Jorge Wilstermann, em fevereiro. Nos pênaltis, garantiu a vaga na fase de grupos, com três defesas de Martín Silva.

Com os desfalques de Rafael Galhardo, Breno, Desábato e Yago Pikachu, poupados, o técnico Jorginho aposta na volta do experiente Wagner para frear o atual líder do Campeonato Equatoriano.

"Creio que a LDU é favorita, porque tem uma história muito bonita na competição. Tem a questão da altitude, que não é tão grande como em La Paz, mas a bola fica mais rápida", despistou Jorginho, sem negar a estratégia pensada para surpreender os donos da casa.

"Precisamos de variações. Não podemos jogar na altitude apenas com posse de bola. Depende muito do jogo, do que vai acontecer nos primeiros minutos. Sabemos que a LDU é uma equipe que pressiona, mas temos jogadores que podem surpreender", disse.

Vice-campeão carioca e eliminado da Copa do Brasil, o Vasco têm consciência da importância da sobrevivência na Sul-Americana. Após receber cerca de R$ 1,1 milhão pela participação na segunda fase, o clube pode arrecadar mais R$ 1,4 milhão pela nova classificação. Com a responsabilidade de substituir Breno, o colombiano Oswaldo Henríquez espera deixar boa impressão ao lado de Ricardo, e não ser surpreendido pela altitude equatoriana.

"O grupo já teve experiência na altitude este ano. Estamos focados na partida. O professor nos passou as informações necessárias. Será um jogo aberto, com dois times de qualidade", disse Henríquez.

 

Clube reduz folha e mira em reforços
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A barca que zarpou de São Januário com Paulão, Erazo, Wellington e Riascos representou um alívio de aproximadamente R$ 1 milhão na folha salarial do Vasco. Próximo 'passageiro', o lateral-esquerdo Fabrício, com vencimento de R$ 180 mil, analisa propostas para deixar o clube. Com a economia, a diretoria se volta para o mercado à procura de opções para reforçar o ataque.
Após o fracasso na negociação com o Sport pela contratação do meia-atacante Everton Felipe, próximo do acerto com o Flamengo, o Vasco tenta driblar as dificuldades financeiras para suprir a carência no setor. Antes o clube havia tentado Gilberto e Barcos, que fecharam com Bahia e Cruzeiro. Maxi López, ex-Torino, ainda sem previsão de estreia chega como esperança, e Kayke, pouco aproveitado no Bahia, revelou uma sondagem.
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