Vasco leva empate do Atlético-PR no fim e não consegue afastar risco de rebaixamento

Equipe carioca saiu na frente, mas levou gol nos acréscimos

Por O Dia

Vasco empatou com o Atlético-PR
Vasco empatou com o Atlético-PR -

Rio - Na base da raça, com superação e, acima de tudo, nos braços do torcedor que lotou São Januário que o Vasco confirmava a importantíssima vitória de 1 a 0 sobre o Atlético-PR, até os 49 minutos do segundo tempo. Mas Léo Pereira 'roubou' o status de herói de Thiago Galhardo ao empatar o jogo em 1 a 1. Em 15º, com 39 pontos, o Vasco ainda ronda a zona de rebaixamento do Brasileiro.

O drama vascaíno aumentou com o desfalque de seu principal jogador: Maxi López. Com sete pontos no pé direito, o atacante foi vetado e reforçou a torcida nas cadeiras sociais, ao lado do presidente Alexandre Campello. Substituído pelo compatriota Andrés Ríos, o argentino não foi a única baixa do dia.

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Luiz Gustavo, com desgaste físico, foi vetado e substituído por Raul, improvisado na lateral direita. Martín Silva e Pikachu, suspensos, completaram a lista. Com um quebra-cabeças na mão, Alberto Valentim apostou em Kelvin e Rildo para aumentar o poderio ofensivo do Vasco.

No embalo da torcida, o Vasco foi para cima do Furacão. O maior adversário, porém, era o nervosismo. Pressionado, tentava sem sucesso furar a retranca do Atlético pelos lados. Dos pés de Thiago Galhardo nasceram as jogadas mais perigosas. A açucarada enfiada para Ríos quebrou a marcação, mas, cara a cara com Santos, ele chutou para fora.

Na briga pela parte de cima da tabela, o Furacão era perigoso no contra-ataque. Mas a melhor chance surgiu da saída de bola errada de Henríquez. Menos mal que Raphael Veiga não alcançou o cruzamento de Pablo.

A torcida fazia a sua parte e o Vasco tentava superar suas limitações para responder. As lesões de Ramon e Rildo, ainda no primeiro tempo, aumentaram a pressão sobre Henrique, Giovanni Augusto, que entraram, e em todo o estádio.

O discurso de Maxi no vestiário, durante o intervalo, foi importante. Mais organizado, o Vasco, regido por Galhardo, pressionava. Ríos teve outra grande chance de abrir o placar, frente a frente com Santos. O Atlético respondeu com a bola na trave de Pablo e no chute de Léo Pereira.

Um gol era tudo o que o torcedor vascaíno queria. A prece foi atendida no pênalti de Pablo sobre Ríos. Galhardo, aos 21 minutos, converteu no meio do gol. O Vasco teve chance de aumentar com o próprio Galhardo, Ríos e segurava a pressão do Furacão... Aos 49 minutos, Léo Pereira silenciou a Colina ao aproveitar a sobra da dividida entre Pablo e Castan para empatar.