Maxi Lopez do Vasco - Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
Maxi Lopez do VascoCarlos Gregório Jr/Vasco.com.br
Por O Dia

Rio - Campeão da Taça Guanabara, invicto na temporada e em franca evolução, o Vasco ainda sente falta da eficácia do 'Trator' que conquistou o coração do torcedor em 2018. Com atuações decisivas na reta final do Campeonato Brasileiro passado, Maxi López fez por merecer o apelido ao 'empilhar' marcadores, gols (sete) e assistências (seis). A avaliação, depois de seis jogos no ano, é de que o Maxi está 'emperrado'.

E não apenas pelo único gol marcado — de pênalti, no empate por 2 a 2 com o Juazeirense-BA, pela Copa do Brasil. Além da má forma física, os erros técnicos e apagada participação nos últimos jogos já são questionados entre muitos torcedores. Paciente, a comissão técnica aposta na evolução e crê no ganho de ritmo para ele voltar a desequilibrar.

Maxi López teve a pré-temporada prolongada, com um programa especial para prevenir possíveis lesões musculares e com maior tempo para se adaptar ao intenso calor carioca. Quando foi liberado para visitar os três filhos na Itália, no fim de janeiro, o atacante levou uma cartilha de treinos na bagagem para não perder o foco.

SACRIFÍCIO PELO CLÁSSICO

Pendurado com dois cartões amarelos, Maxi López tem a escalação incerta contra o Boavista, sábado, às 16h30, em São Januário, pela segunda rodada da Taça Rio. O risco de desfalcar o Vasco no aguardado clássico com o Flamengo, dia 9, no Maracanã, é avaliado pela comissão técnica.

A possibilidade de poupar o camisa 11 não é garantia de 'passe livre' no fim de semana de Carnaval, pois ganharia tempo para aprimorar a forma. Caso seja preservado contra o Boavista, Ribamar é o mais cotado para ficar com a vaga no ataque cruzmaltino.

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